A propósito desta postagem, vejamos aqui a versão de Bruno.
Quem somos nós para julgá-lo? Se diz que é inocente da morte e já foi condenado, cumpriu a pena, tem o direito de trabalhar, como qualquer preso tem. E se fosse comigo? E se fosse um parente nosso?
Akino Maringá, colaborador