Com informações do Cemitério Municipal de Maringá:
NOME MANOEL MAURICIO DE LIMA
IDADE 92 ANOS
LOCAL DE NASCIMENTO ESTADO DE PERNAMBUCO
LOCAL VELÓRIO CAPELA DO PREVER – PAIÇANDU
LOCAL SEPULTAMENTO CEMITÉRIO MUNICIPAL DE PARANAVAÍ
DIA DO FALECIMENTO 27/1/2020
HORAS 23h
NOME ORLANDA BERTOLA RAFFAGNATO
IDADE 93 ANOS
LOCAL DE NASCIMENTO ARARAS-SP
LOCAL VELÓRIO CAPELA DO PREVER – CENTRAL
LOCAL SEPULTAMENTO CEMITÉRIO MUNICIPAL DE MARINGÁ
DIA DO FALECIMENTO 27/1/2020
HORAS 22h19
NOME MARIA LÚCIA DE ALENCAR MARAVILHA
IDADE 68 ANOS
LOCAL DE NASCIMENTO ANDRADINA-SP
LOCAL VELÓRIO CAPELA DO PREVER – CENTRAL
LOCAL SEPULTAMENTO CEMITÉRIO MUNICIPAL DE MARINGÁ
DIA DO FALECIMENTO 27/1/2020
HORAS 20h05
NOME PEDRO MARTINS
IDADE 73 ANOS
LOCAL DE NASCIMENTO ROLÂNDIA-PR
LOCAL VELÓRIO CAPELA DO PREVER – CENTRAL
LOCAL SEPULTAMENTO CEMITÉRIO MUNICIPAL DE MARINGÁ
DIA DO FALECIMENTO 27/1/2020
HORAS 10h
NOME ANA MARIA ROSSETTO LOPES FERREIRA
IDADE 66 ANOS
LOCAL DE NASCIMENTO ASTORGA-PR
LOCAL VELÓRIO CAPELA DO PREVER – NOVA ESPERANÇA
LOCAL SEPULTAMENTO CEMITÉRIO MUNICIPAL DE NOVA ESPERANÇA
DIA DO FALECIMENTO 27/1/2020
HORAS 10h44
NOME MARIA FRANCISCA SOARES
IDADE 100 ANOS
LOCAL DE NASCIMENTO PEDREGULHO-SP
LOCAL VELÓRIO CAPELA DO PREVER – CENTRAL
LOCAL SEPULTAMENTO CEMITÉRIO MUNICIPAL DE MANDAGUARI
DIA DO FALECIMENTO 27/1/2020
Tocante a manifestação da empresária Mônika Ganem, no final da manhã de hoje, na Jovem Pan. Falou sobre o assassinato da bailarina Magó e convocou para a manifestação do dia 1º, contra o feminicídio, no Centro de Convivência Comunitária Renato Celidônio, em Maringá.
“Você votaria num vira-casaca?”, pergunta um vídeo que circula nas redes sociais, que traz imagens de Marcos Machado, ex-funcionário da Semusp, abraçado com o pré-candidato a prefeito Eliseu Fortes, do Patriota.
A fidelidade acabou na semana passada, quando ele deixou o partido de direita para filiar-se ao Pros, que apoiou o PT na eleição de 2018, e pelo qual deverá ser candidato a vereador. “Maringá não merece um vereaor assim”, frisa o vídeo.
No momento em que, no Congresso Nacional, são debatidos temas relacionados à corrupção e a outros crimes, recordo-me que há exatos 26 anos acontecia o que se denominou “CPI do Orçamento”. Nessa comissão especial eram analisados 84 disquetes, então apreendidos na construtora Norberto Odebrecht, quando se encontrou uma crônica dedicada a quem não tem namorado, redigida em um estilo muito peculiar, sem identificação da autoria.
Em meio à complexa realidade envolvendo políticos supostamente corruptos, surgiu o texto poético de inquestionável qualidade. O poder paralelo, que já àquela época causava danos ao País, mostrava um lado cultural inesperado. Mesmo sob o risco de ser punido por vazar informações confidenciais, o técnico da Prodasen que descobriu o misterioso e indecifrável texto em meio à apuração dos fatos, emocionado pela beleza e sabedoria contidas na obra, tirou cópias e as distribuiu no Congresso.
Entretanto, à luz dos objetivos da CPI, seria alguma mensagem em código cifrado? Revelaria novos envolvidos nos crimes investigados? Como um possível corruptor poderia escrever com tanta sensibilidade e perfeição? Ninguém se interessou em saber as respostas. Todos buscavam os valores das propinas e os nomes dos parlamentares que as teriam recebido. Literatura não era o foco.
Até porque, observando o conteúdo, se tratava de um romântico ensinamento. O texto mostrava que não ter namorado era “tirar férias do melhor de si”, e a conclusão final recomendava uma dose de insanidade para evitar a solidão: “Enlou-cresça”. Só não considerava o extremo em apelar para a condição de mal acompanhado, como no caso dos investigados e suas relações com a empresa apontada como corruptora.
Entre inúmeros desvios de recursos públicos feitos pelos deputados e senadores que ficaram conhecidos como os “Anões do Orçamento”, surgia algo metafórico e que, por ser atípico, gerou piadas entre os parlamentares. O senador gaúcho José Paulo Bisol (PT), ironizou: “É… Os brutos também amam”. Já o deputado baiano Benito Gama (PFL), arriscou a rima: “A CPI do Orçamento mais parece um tormento. Tem de tudo um pouco, e o pior é ouvir lamento”.
O deputado Gedel Vieira Lima (PMDB-BA), um dos envolvidos nas denúncias, era dos que mais reclamava da acusação junto aos membros da CPI. E isso, no espírito do texto encontrado, gerava mais versos. A ele atribui-se a frase dita a um dos investigadores: “Se você é vidente, verá que sou inocente!”. Pelo visto, não era. Em um apartamento que lhe foi emprestado por um amigo, na cidade de Salvador (BA), 24 anos depois, a Polícia Federal encontrou nove malas e sete caixas de papelão que somavam 51 milhões de reais e 2,688 milhões de dólares.
O que se descobriu, afinal, além de que há quase três décadas já havia corrupção endêmica envolvendo empreiteiras de obras públicas, parlamentares e gestores públicos? Que isso poderia ter sido evitado desde então, sem causar tanto prejuízo ao Brasil? Não, o problema seguiu acontecendo e se agravando. A novidade ficou por conta do texto poético ser apenas trabalho universitário da filha de um dos diretores da Odebrecht que, por acaso, misturou-se com os demais disquetes do que se revelou ser o Setor de Operações Estruturadas (entenda-se “Propinoduto”) da construtora.
Outra descoberta foi que a imaginada mensagem codificada que identificaria mais um possível envolvido na roubalheira, era uma crônica de Carlos Drummond de Andrade, “Namorado: ter ou não, é uma questão”. O poeta maior da literatura brasileira, morto em 1987, não viu seu texto arrolado no contexto da CPI. Mas, com certeza, como todos nós, teria ficado sem entender o porquê da demora para que as pessoas envolvidas começassem a ser denunciadas, investigadas, processadas, condenadas e, finalmente, punidas. Resta a máxima popular: “Antes tarde do que nunca”, como lembraria o próprio Drummond, sempre tão sensível ao que vive e sofre a sociedade.
(*) Ricardo Viveiros, jornalista e escritor, é autor, dentre outros livros, de “A vila que descobriu o Brasil”, “Doces beijos amargos” e “Justiça seja feita”.
Li e reproduzo: “Jair Bolsonaro e Abraham Weintraub vão anunciar nos próximos dias a aplicação de R$ 1 bilhão num programa de “vouchers” para o uso em creches. O recurso é parte do montante de R$ 2,6 bilhões recuperados pela Lava Jato e que iriam para um fundo, mas acabaram sendo redistribuídos pelo STF a cinco ministérios”.
Na verdade é a compra de vagas em escolas da rede privada, prática já adotada pela administração Ulisses/ Scabora e entendo que deveria ser ampliada e quem sabe pode ter parte desses recursos pode vir para Maringá, e ampliar, ainda mais o programa.
Penso que governos devem parar de construir prédios para escolas e partir para a terceirização em todas as áreas, inclusive no ensino superior, pois não dá mais para contratar servidores e o modelo atual está esgotando-se.
O Paraná encerrou 2019 com saldo de 111.616 novas empresas, segundo dados da Junta Comercial. Foram 182.437 aberturas, crescimento de 5% em relação a 2018, e 70.821 baixas. Os dados somam todas as modalidades: sociedades empresárias limitadas, anônimas e cooperativas, empresas individuais, microempresas individuais e eirelis (empresas individuais de responsabilidade limitada).
Os meses que mais registraram aberturas foram julho, agosto e setembro – em julho, inclusive, houve crescimento de 26% em relação ao mesmo período do ano anterior, com 19.120 novas empresas. A média paranaense em 2019 foi de cerca de 15 mil aberturas por mês.
Entre janeiro e dezembro de 2019, em paralelo, o Paraná teve saldo de 51.441 novos empregos, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, um salto de 24,2% em relação a 2018. Foi o melhor índice dos últimos seis anos no comparativo do acumulado do ano.
Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, a soma desses dois indicadores positivos mostra que a atividade econômica apresentou crescimento regular ao longo de todos os meses em 2019, e também respondeu positivamente às iniciativas do Governo do Estado como o Descomplica, lançado em agosto, e o Banco da Mulher Paranaense, de setembro.
“Os números mostram que os empresários estão investindo e contratando no Estado depois de um ciclo de recessão. Desburocratizamos a abertura de empresas, facilitamos as licenças e atraímos mais de R$ 23 bilhões em investimentos ao longo do ano. Essa combinação deve dar ainda mais frutos em 2020”, afirmou o governador.
EFICIÊNCIA – Ratinho Junior também destacou que em meados de janeiro de 2019, há cerca de um ano, a Junta Comercial do Paraná acumulava uma fila com 2,5 mil processos e ocupava a última posição entre os entes da federação no tempo de abertura de empresas. Agora, em meados de janeiro de 2020, a autarquia figura como uma das mais eficientes do Brasil, de acordo com a Redesim (Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios), que controla a integração nacional das Juntas Comerciais.
“Atacamos aquilo que era um dos maiores problemas do Estado, com uma fila imensa de pedidos para abrir empresas. Os processos foram automatizados e registramos ao longo de 2019 casos de aberturas de empresas em duas horas”, complementou Ratinho Junior. “E demos inclusive um passo à frente com o Descomplica, que facilita a abertura de novos negócios no Paraná e é um programa permanente de atenção aos novos empresários”.
GESTÃO – O presidente da Junta Comercial do Paraná, Marcos Rigoni, aponta que a evolução é resultado das políticas de atração de investimentos e do sistema de financiamento do Governo do Estado, além da atuação para simplificar os processos do órgão. Ele citou, ainda, a digitalização e novos sistemas informatizados implementados ao longo de 2019 como fatores de sucesso na rapidez dos processos.
“Quanto menor o tempo de abertura de empresas, mais rápido esses empreendimentos começam a trabalhar, faturar e gerar empregos. É uma dinâmica que traz frutos para a economia do Estado e do País”, afirmou Rigoni. “Não era razoável que a burocracia atrapalhasse o desenvolvimento dos negócios. Resolvemos essa questão para facilitar a vida do empreendedor”.
A Junta Comercial planeja um 2020 totalmente digital. A ideia é que todos os processos de abertura, alteração e baixa de empresas sejam feitos pela internet e que todo o acervo antigo seja 100% digitalizado. “O meio eletrônico agiliza todo o processo. Pelo meio físico é preciso se deslocar até um posto da Junta, dar entrada no processo no balcão, digitalizar o documento e só então ele entra no sistema para ser distribuído aos vogais ou relatores que farão a análise. O controle passará a ser estritamente digital, como pede o mundo contemporâneo”, complementou Rigoni.
DESCOMPLICA – Braço paranaense da Redesim, o Descomplica faz a integração da Junta Comercial com os municípios e com todos os órgãos envolvidos no processo, como a Receita Estadual, Corpo de Bombeiros, Instituto de Água e Terra (IAT) e a Vigilância Sanitária. O programa tem três vertentes: liberação do CNPJ e das autorizações para empresas de baixo risco em menos de 24 horas, soluções para fechamento de empresas e um comitê permanente de desburocratização com a participação da sociedade civil.
REDESIM – Atualmente, dos 399 municípios paranaenses, 393 já estão integrados na Redesim, e os demais estão em fase final de adesão. A marca consolida o Paraná como um dos estados com o maior percentual (98,5%) de cidades que já aderiram ao programa. Se for levado em conta as unidades da federação com um grande número de municípios, o Estado lidera a integração.
O Paraná está entre os 11 estados em que a formalização de um novo negócio é concluída em até três dias, de acordo com a Redesim. O diferencial é que, entre esses, o Estado foi o que teve o maior número de solicitações, com 2.210 processos concluídos naquele mês. Nenhum outro ultrapassou mil solicitações.
MEIs lideram modalidades que mais registraram aberturas
As MEIs (136.407) constituíram a ampla maioria na abertura de empresas em 2019. Elas não entram nos dados estatísticos do site da Junta Comercial porque os cadastros acontecem pelo Portal do Empreendedor, do governo federal.
Entre as modalidades com registro estadual, sociedades empresárias limitadas (21.428), empresas individuais (20.657) e eirelis (3.617) foram as que mais registraram aberturas. Nas duas primeiras linhas, o crescimento foi de 4% em relação a 2018. (AEN)
Não restam dúvidas que quando foi convidado para ser ministro da Justiça e Segurança Pública, por Bolsonaro, houve a promessa de indicação para uma vaga para o STF, senão a primeira, de Celso de Mello, a segunda de Marco Aurélio.
Problemas, atritos, causados por Bolsonaro e seu entorno e lado evangélico, tremendamente, nos levaram a entender que essa indicação não aconteceria. Agora, com o ciúme explícito à popularidade do Ministro Sérgio Moro, e o medo que ele seja adversário na disputa para a presidência em 2022, concordo com Josias de Souza neste artigo, da qual destaco a parte final: ‘Na terceira passagem relevante, Sérgio Moro comentou a hipótese de ser indicado para o Supremo Tribunal Federal, na vaga a ser aberta com a aposentadoria de Celso de Mello, em novembro. “…Pode ser interessante e natural ma minha carreira”, declarou. Na sequência, enfatizou o óbvio: “A escolha, evidentemente, cabe ao presidente da República.” As frases de Sérgio Moro estão amarradas por um liame que conduz à seguinte conclusão: quem vai decidir se o ex-juiz da Lava Jato será ou não candidato em 2022 é Jair Bolsonaro. Se continuar conspirando contra sua presença na Esplanada, se preferir indicar um advogado “terrivelmente evangélico” para o Supremo, Bolsonaro empurrará Moro para as urnas”.
E completo eu ( kino), se tiver um mínimo de inteligência, Bolsonaro indica e já na primeira vaga Moro para o Supremo.
O programa está em sua quarta edição e as inscrições vão até 8 de fevereiro
Com forte expansão no mercado global e crescimento anual de 300%, a Pipefy , startup de gerenciamentos de processos que tem clientes em mais de 150 países, vem se destacando no ecossistema e busca novos talentos para seu time. Por meio do programa Young Guns, a empresa selecionará de 15 a 20 profissionais, que passarão por um programa de trainee durante um ano com a possibilidade de um intercâmbio no Vale do Silício, na Califórnia, com cursos, eventos e visitas em outras empresas para o vencedor.
O processo seletivo tem três etapas. A primeira é a fase de inscrição – que acontece até o dia 8 de fevereiro- com avaliação de currículos. Já na segunda etapa são realizadas dinâmicas em grupo em que os participantes enfrentarão desafios complexos para terem uma percepção da atuação da empresa. A terceira etapa consiste em entrevistas individuais com líderes da startup. Por fim, serão divulgados os resultados.
No último ano, o programa teve mais de 2.500 inscrições de todo o Brasil e de países como Índia, Itália, EUA e Irlanda. Segundo a recrutadora Natasha de Lara, aoportunidade de ter uma vivência internacional e de conhecer em profundidade a operação de uma startup global são grandes atrativos para os candidatos. “Nosso objetivo é fazer com que esses profissionais cresçam na Pipefy. Por isso, fazemos questão de acompanhar a performance deles e levar o vencedor para uma experiência imersiva no Vale do Silício”, conta Natasha.
Segundo Giovanni Riva,
coordenador do programa, o Young Guns é a grande porta de entrada não só para a
área de vendas, mas para outras áreas da empresa. “Hoje, 65% do time
comercial é composto por profissionais que passaram pelo programa. Além disso,
temos muitos casos de profissionais que terminaram o programa e migraram para
times como Marketing, Produto e Customer Success, inclusive chegando a posições
de liderança”, conta.
A cultura da empresa é um dos
motivos pelos quais a retenção desses profissionais é alta. “O Pipefy é um
lugar onde a gente sente que está fazendo a diferença, construindo algo
realmente relevante. O que mais me impressiona é estar cercado de pessoas que
são muito boas no que fazem e poderiam estar trabalhando em qualquer empresa”,
comenta Bernardo Rosa, atual participante do programa.
Não é necessária experiência prévia nem formação em vendas para participar. Os candidatos podem se inscrever pelo site até 8 de fevereiro.
SOBRE A PIPEFY – Fundada em 2015, a Pipefy é uma empresa global de SaaS (Software as a Service) que permite que gestores criem e gerenciem fluxos de trabalho eficientes sem que precisem de suporte técnico – tornando contato com o TI na gestão de processos inteiramente opcional. Seu software fornece uma plataforma de autosserviço em que esses profissionais podem projetar, implementar e mensurar o desempenho de novos fluxos de trabalho digitais.
Desde sua fundação, a startup,
que possui sedes em Curitiba e São Paulo e em São Francisco, no Vale do Silício
(EUA); tem crescido mais de 300% ao ano e, atualmente, atende cerca de 15 mil
clientes, distribuídos em mais de 150 países, incluindo a gigante de tecnologia
da informação IBM, o banco Santander e a fabricante de automóveis Volvo.
A empresa já levantou US$60 milhões em investimentos de fundos como 500 Startups, Redpoint Ventures, Valor Capital, Founders Fund (do fundador do Paypal, Peter Thiel) e os fundadores da Zendesk, além de Insight Partners OpenView e Trinity Ventures. (Divulgação)
Apesar de ter se tornado vice-líder do governo Bolsonaro após ser contra o ministro Sergio Moro e criticar o próprio presidente da República, o deputado federal Ricardo Barros (PP) continua ‘batendo’ no Ministério Público.
Segundo o Caldeirão Político, agora ele está reclamando da orientação do Ministério Público Federal sobre como os procuradores federais devem atuar nos casos da lei de abuso de autoridade, aprovada em 2019. Documento emitido pelo MPF no último dia 22 diz que a acusação que não tiver elementos “mínimos e plausíveis” para comprovar que uma autoridade cometeu abuso deverá ser arquivada. E orienta ainda processar por denunciação caluniosa quem usar dados falsos na queixa.
Para Ricardo Barros, que foi o relator da matéria na Câmara dos Deputados, o Ministério Público Federal “ameaça” quem quer questionar um procurador ou juiz por abuso e que o órgão não está em “sintonia com a sociedade”.
PS – Ainda sobre RB: o TRE-PR teria reformulado a cassação de seu mandato, por promover ato eleitoral irregular, com comida e bebida, em Barbosa Ferraz. A notícia foi publicada em páginas amigas do parlamentar. Sua assessoria de imprensa, porém, não enviou nada a respeito ao blog.
Laion Costa defende o Baveloni Futebol Clube, tradicional time da várzea maringaense
O atleta Laion Costa (foto), 28, meio campo do Baveloni Futebol Clube, time de várzea da zona rural de Maringá foi convocado para a seleção brasileira de futebol 7 para a disputa da Copa Intercontinental, que será realizada entre os dias 14 e 16 de fevereiro em Orlando (Flórida, EUA). O evento ainda vai contar com a participação do México, Estados Unidos e Colômbia e abre a temporada 2020 do calendário internacional.
Esta é a segunda
vez que o Brasil participa da competição, tendo sido campeão em 2017 jogando em
casa. Mas antes de embarcar para o exterior Laion viaja para o Espirito Santo,
onde o desafio internacional Brasil x Chile. “Desde pequeno sempre tive o sonho
de defender a seleção brasileira. Estou curtindo esse momento, aproveitando da
melhor maneira possível e me preparando para ir lá fazer bom jogos para se
manter sempre entre os convocados”, disse Laion.
Recentemente Costa sagrou-se campeão paranaense da modalidade defendendo o Grêmio Maringá (a final, realizada na Cidade Canção, foi contra o Coritiba e a equipe maringaense venceu por 3 x 1). Além do Baveloni, ele também defende o Grêmio de Maringá e o Largatosauros. É filho do celebrado jogador Adoilson Costa, que brilhou no Paraná Clube, Vitória e Grêmio Maringá. Vale ressaltar que na base, Laion defendeu Paraná Clube e Grêmio de Porto Alegre. No profissional jogou pelo Metropolitano (SC) e Grêmio Maringá.
SOBRE O BAVELONI – Fundado em 1952 pelos irmãos Baveloni (Edgar, José e Antônio), é um dos clubes mais antigos em atividade na cidade de Maringá. Atualmente os jogos são mandado no campo na propriedade rural da família Polotto, as margens da PR-317, saída para Iguaraçu.
Confira a lista de convocados Rodrigo Rocha (Chapecoense-SC) Guga Machado (Clube Pinheiros-SP) Beletti (Corinthians-SP) Juvenil (Coritiba-PR) Laion (Maringá-PR) Marcelo Fattori (Chapecoense-MG) Rodrigo Mendes (Rio Grande do Sul) Andreas (Corinthians-SP) Mike (Ponte Preta-SP) Matheus Godoy (Clube Dom Pedro II-MG) Mario Pinduca (Athletico-PR) Luizinho (Coritiba-PR) Paulo Netto (Sorocaba-SP) Lucas Samurai (Ativus-BA) Matheus Piu (América-RJ) Neguinho (Roma-CE) Vassoura (Al Arabi – Kuwait) Camillo Neves (Espírito Santo)
Técnico Marco Antônio Batata Auxiliar técnico Lucas Roxadelli Preparador de goleiros Rafael Cordova
Assisti entrevista do Dr. Gargantini, diretor proprietário do Hospital São Lourenço de Mandaguaçu, que conheço desde os anos 80, quando fui seu paciente, mesmo morando no CE, nas férias fazia meus check ups.
Médico competente, amigo, administrador qualificado, foi prefeito, por duas gestões, falou basicamente da parceria com o Hospital Metropolitano de Sarandi, que permitirá a continuidade do hospital, evitando um fechamento definitivo. que era iminente. Perguntado se o fechamento teria alguma motivação política, foi enfático ao afirmar que não pretende ser candidato novamente, inclusive está desfiliado e não pretende se filiar a qualquer partido.
Sereno, ponderado, Dr. Gargantini demonstrou muito equilíbrio nas colocações, sem qualquer sinal de mágoa, ressentimento, contra ninguém. Muito boa a entrevista e torcemos para a concretização da parceria e que a ‘nossa Mandaguaçu’, cidade que foi a minha porta de entrada no Paraná em 1969, e o Hospital São Lourenço já funcionava (tem 66 anos), não fique sem atendimento médico hospitalar. Parabéns aos entrevistadores, Roberto Lima, Angelo Rigon e Agnaldo Vieira, pela condução da entrevista. Parabéns Dr. Gargantin, mais uma vez, pela excelente entrevista.
Francisco Favoto, secretário de Inovação e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Maringá, retornou das férias com a perna quebrada no gelo da Capadócia.
Fruto do curso de extensão “Processos de criação compartilhada: exercício de construção coletiva de uma obra cênica”, a peça teatral “Número 0” será exibida gratuitamente no dia 30 de janeiro, às 20h, e 1º de fevereiro, às 19h30. O público interessado não precisa reservar vaga, basta comparecer ao Teatro da UEM – Bloco O-08 do câmpus sede da Universidade Estadual de Maringá.
A diretora da peça teatral, Martha Dias, também orientadora do curso de extensão e coordenadora da graduação em Artes Cênicas – Licenciatura em Teatro da UEM, convida a todos para assistirem à peça. Com dramaturgia original e fragmentos de textos de Nelson Rodrigues nas falas das personagens, o espetáculo dura 50 minutos e tem classificação indicativa a partir de 12 anos.
CURSO DE EXTENSÃO – Foi realizado pela primeira vez e faz parte do projeto “Exercício de interpretação através da encenação e montagem de peças teatrais”, da graduação em Artes Cênicas da UEM. Iniciado em abril de 2019, o curso proporcionou aos alunos a experiência de um processo de criação compartilhada da dramaturgia de um espetáculo teatral.
Envolveu pesquisas teóricas e práticas, ensaios e, agora, como finalização desta edição, as apresentações públicas. “Esses cursos proporcionam formação extra, um tipo de processo de pesquisa e criação de espetáculo diferente do que vivenciariam em sala de aula”, destaca Dias.
Sobre a peça “Número 0”
Sinopse: As dificuldades enfrentadas por jovens atores ao criar um espetáculo, e as dificuldades de uma mãe em se relacionar com o filho artista se cruzam ao longo do cotidiano de um grupo de teatro. Temas como família, religião e política emergem de uma estrutura cênica fragmentada que mistura a realidade ficcional dos personagens com as cenas que eles ensaiam.
Direção: Martha Dias. Atores e criadores: estudantes de Artes Cênicas da UEM – Carlos Donadeli, Débora Corrêa, Eddy, Guilherme Laina, Letícia Munhoz, Mizael Simão, Tatiane Meller e Thaís Martini. Dramaturgia e concepção do espetáculo: o grupo. (ASC/UEM)
No dia 23 de dezembro aconteceu o Solstício de Verão, dia que marcou a chegada das altas temperaturas no Hemisfério Sul e que devem prevalecer até 20 de março de 2020, quando se encerra a temporada mais quente do calendário. Este é o período de maior faturamento da indústria de sorvetes no Brasil. Segundo estimativas da Mordor Intelligence, o mercado sorveteiro deve movimentar mais de US$ 89 bilhões até o ano de 2029, acirrando a disputa entre sorvete e gelato.
No Brasil, os gelatos gourmets estão em
alta e ganhando, cada vez mais, a atenção dos consumidores que buscam por
produtos refrescantes e inovadores. Além disso, a fatia do público com
intolerância à lactose e ao glúten se tornou mais comum nos últimos tempos e,
as empresas que criaram alternativas como os gelatos veganos e sorbets,
pensando neste público, podem obter um crescimento de mais de 80% nessa área,
segundo a pesquisa de mercado realizada pela Mintel.
Uma das empresas que investiu num
diferencial ao servir o primeiro gelato fatiado do mundo é a Slice Cream. A
rede de franquias que nasceu no início deste ano, serve o produto em finas
fatias que mais se parecem com lascas de lápis de cor após passar pelo
apontador. Isso, graças a uma máquina adaptada pelo fundador da marca, o
brasileiro Eduardo Schlieper, que empregou cerca de R$ 2 milhões na aquisição
dos equipamentos capazes de fatiar uma cápsula ultracongelada a uma temperatura
de -30ºC. O cardápio da rede dispõe de cerca de 27 sabores, incluindo opções
veganas feitas com frutas in natura.
Sobre Slice Cream
Estreante no franchising, a Slice Cream quer ser reconhecida pela experiência do cliente na hora do consumo. A rede trouxe ao mercado brasileiro um novo conceito de gelato, o Gelato Fatiado, um produto exclusivo congelado a uma temperatura de de -30°C, com mais de 20 sabores marcantes e que aguçam as papilas gustativas. Além disso, tem um cardápio composto por bebidas artesanais, cafés, chocolates, frappés, milk shakes, cakes e salgados assados na hora. A rede iniciou suas operações em janeiro de 2019 e pretende, ainda este ano, expandir suas operações para outros estados do sudeste e sul do país. Mais informações: slicecream.com.br
Os prefeitos Ulisses Maia, de Maringá, e Romualdo Batista, de Mandaguari (acima), participaram ontem da missa de posse do padre Dirceu Alves do Nascimento (abaixo) como pároco da Catedral de Maringá.
Padre Dirceu, que já atuou em Mandaguari, era vigário da Paróquia da Catedral Nossa Senhora da Glória.
O padre Virgílio Cabral dos Santos, que era pároco, foi apresentado como vigário paroquial, uma vez que ocupa outras funções desde a saída de dom Anuar Battisti.
Esta foi uma das mudanças decididas em dezembro passado pelo administrador apóstólico da Arquidiocese de Maringá, dom João Mamede.
O corpo da professora Maria Glória Poltronieri Borges, a Magó, foi cremado na tarde de hoje, em Maringá.
Ela era especialista em dança contemporânea e clássico e foi encontrada morta no início da noite de ontem, próximo a Mandaguari. Maria Glória faria 26 anos em maio.
Sua morte causou comoção na cidade e teve repercussão nacional. A polícia trabalha para elucidar o crime e já tem dois suspeitos. Abaixo, um vídeo em que ela contava sua experiência como bailarina.
A tarde desta segunda-feira foi quente em muitas cidades paranaenses, segundo o Simepar.
Algumas delas: 37 ºC em Cerro Azul, 36 ºC em Umuarama e Paranapoema, 35 ºC em Antonina, Morretes, Cambará, Loanda, Paranavaí (foto), Foz do Iguaçu, Guaíra e Palotina.
O Partido Novo não terá candidato a prefeito em Maringá e em Cascavel, cidades que faziam parte da estratégia eleitoral da sigla para este ano.
A informação é de Caio Gottlieb, de Cascavel, onde nenhum dos três pré-candidatos passou pelo processo seletivo interno. Os princípios éticos e morais exigidos pelo Novo também fez com que nenhum candidato dispute a vereança em Cascavel.
“No Paraná, apenas Curitiba e São José dos Pinhais receberam sinal verde para lançar candidatos ao Executivo e ao Legislativo, enquanto Maringá estará somente na disputa da Câmara Municipal.
Pergunta-se, aliás, se a sigla não estaria exagerando nas exigências para aprovacão de candidaturas e, assim, desestimulando o surgimento de novas lideranças políticas”, escreveu.
O jornalista e advogado Edson Marassi, que atua também no setor imobiliário, está na UTI da Santa Casa de Misericórdia de Maringá desde a última sexta-feira.
Ex-secretário de Comunicação de Maringá (segunda gestão Said Ferreira) e ex-proprietário da TV Cinturão Verde e Rádio Olga, de Cianorte, ele foi internado com problemas cardiológicos.
O presidente Jair Bolsonaro confirmou uma nova visita ao Paraná, prevista para ocorrer em 7 de fevereiro, uma sexta-feira. Na ocasião, serão anunciados a liberação de recursos para Apaes e outras entidades do Estado. Parte do investimento foi possibilitado por emendas parlamentares da bancada federal.
O anúncio foi feito pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, durante café da manhã com parte da bancada de deputados federais.
Foi a primeira reunião do ano. “Esse tipo de encontro com a bancada não era muito comum no Paraná. Fizemos várias no ano passado e seguiremos nos encontrando periodicamente. É preciso que a nossa bancada esteja atenta lá em Brasília, buscando ajudar o Paraná”, afirmou.
Os deputados federais Luiz Nishimori (PL), Ricardo Barros (PP) e Sargento Fahur (PSD) participaram do encontro, que serviu para discutir também a reforma tributária, privatização da refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) e fechamento da fábrica de fertilizantes Araucária Nitrogenados (Ansa), subsidiária da Petrobras, ambas em Araucária.
O Procon de Maringá realizou pesquisa de preços, de quatro empresas, dos itens básicos que compõem a lista de material escolar. O item com variação maior foi o apontador (1.212%): de R$ 0,99 custando até R$ 12,99. Não foram consideradas marcas e qualidade dos produtos. Os preços são para pagamentos à vista e sujeitos a alterações diárias (pesquisa aqui).
“Recomendamos que os pais se organizem e façam compras coletivas para reduzir o valor dos materiais, além de verificar o peso das embalagens, se tem mais unidades ou tamanho que outras. Também é importante não comprar tudo no mesmo local, considerando a distância de um lugar para outro”, alerta o diretor do Procon, Geison Ferdinandi.
A pesquisa foi realizada do meio do preenchimento voluntário por parte das empresas vinculadas à Associação Comercial e Empresarial de Maringá, Sindicato dos Lojistas do Comércio e do Comércio Varejista de Maringá e Região e Sindicato dos Empregados no Comércio de Maringá. Na próxima semana o Procon realizará nova pesquisa de materiais. (PMM)
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