… e o Guerlles, depois. Hoje, logo cedo, recebi uma mensagem do meu amigo Vandré Fernando, convidando para literalmente um café da manhã.
Conversamos longamente, até que falei sobre o Guerlles com quem não conversava há um bom tempo, e por quem tenho muita consideração, desde o final dos anos 90, quando o conheci. Para mim, gente boa, que quando precisei, para atender um amigo, foi muito prestativo e sempre cordial quando nos encontramos.Imediatamente o Vandré ligou para ele, que coincidentemente estava perto,e veio para o nosso café.
Numa conversa de duas horas e meia, com os dois, soube de articulações políticas e para mim um novidade, o antigo PRB, hoje Republicamos, em Maringá sob o comando do Guerles, que conhecemos por partido da Igreja Universal, é presidido, no Paraná, por um ministro da Igreja Católica e isso significa que é um partido ecumênico, longe se ser só evangélico, pelo contrário, está aberto para pessoas de qualquer crença.
Obviamente que ouvi muito mais do que falei. Claro que perguntei e fiquei satisfeito com respostas. Falamos de política e sobre políticos. Elogiamos e criticamos, sempre observações visando o melhor. Dentre os nomes muito elogiados, o de um deputado: Delegado Jacovós , que para nós seria uma opção de candidatura muito interessante. Não afastamos o nome do Dr. Batista, e outros, inclusive um lsobre o qual abstenho-me de fazer qualquer comentário. Mas todos concluímos que o nome mais forte, ainda é o prefeito Ulísses Maia, que pode merecer o apoio de qualquer um ou de todos nós.
O Guerlles garantiu que não será candidato a prefeito, muito menos a vice. Convites não lhe faltaram, garantiu. Mas não quer ser, não será. E ao sair, com o compromisso de marcarmos novo café ou almoço o Guerles lembrou que na próxima conversa deveríamos convidar os deputados Delegado Jacovós e Evandro Araújo, e não esquecemos de Humberto Henrique, outro nome com o qual concordamos que poderia ser um grande prefeito para Maringá.
O Vandré disse que avalia a possível candidatura a vereador, sabedor que na próxima eleição as dificuldades serão grandes, pela não possibilidade e coligações. Mas está animado e conta com um apoio que qualquer candidato gostaria de ter (conclusão minha). Ser amigo pessoal do governador demonstra que ‘num é fraco não’, como diria o Pinga Fogo. A conclusão é minha e do Guerlles, Vandré ficou tímido nessa hora.
Akino Maringá, colaborador