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Procon apreende álcool e faz pesquisa sobre cesta básica

O Procon de Maringá apreendeu ontem álcool vendido irregularmente e começou hoje uma nova pesquisa de preços de produtos da cesta básica. A diferença de algumas mercadorias chega a mais de 96%.

A apreensão aconteceu numa farmácia na praça Farroupilha, na avenida Pedro Taques. Foram 28 litros de produto destinado para limpeza de ambientes hospitalares e que não pode ser comercializado para público. Além de duas bisnagas com álcool liquido sem procedência nem nota fiscal. Suspeita de fiscais é que material seria produzido e comercializado no local. Os produtos foram levados para sede do Procon e procedimentos são apurados. 

O Procon também começou uma pesquisa comparando preços da cesta básica. Foram pesquisados 49 itens. O trabalho foi feito em cinco supermercados varejistas e já foi identificada grande diferença de preços de alguns produtos. “Pedimos histórico do preço de venda e as notas fiscais do fornecedor para comparar margem de lucro”, informou o fiscal do Procon, Bruno Cesar Bieli. 

Entre os itens mais caros verificados estão a bandeja com uma dúzia de ovos, leite, arroz, açúcar, filé de peito de frango, óleo e feijão. Já entre as maiores variações de preços estão o tomate extra tipo longa vida com 96,99% entre um mercado e outro; depois, filé de peito de frango congelado com 64,49%, e em seguida creme dental  90 gramas com 62,33%.

Consumidores denunciaram que perceberam alguns produtos mais caros nos últimos dias em função do receio pelo coronavírus. Com isso, o Procon fez agenda de vistorias e pesquisas. O trabalho será retomado amanhã nos estabelecimentos atacadistas. Denúncias podem ser feitas nos telefones 151 e 3293-8150.  (PMM)

(Foto: Aldemir de Moraes/PMM)

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