EAD, mais do nunca, é um direito

Um texto de amigo, publicado em sua página do Facebook, trata do assunto  educação à distancia, vejamos:

“Há dois anos prestei um concurso docente para uma universidade estadual. Fui lá, fiz a prova escrita e parti para a prova didática. A proposta para a banca: aulas com um plus na plataforma EAD, ampliando atividades e horizontes para os alunos. A resposta que obtive: “é, desejamos boa sorte para você no EAD, pois no presencial não há espaço para você”. Agradeci e desde então preferi ficar com o consolo de que estava demasiadamente moderno para uma proposta híbridaa, que considero ótima experiência.

Hoje pela manhã ouvi um colunista abordando que haverá uma mudança na forma do ensino e que as formas de conhecimento pela internet vieram pra ficar – educação à distância, remota, lives, conteúdos específicos no YouTube (coisa que faço há anos para meus alunos), enfim, o novo professor agora é mais do que nunca um hiper conectado.

Disso, concluo que estava certo. Só que precisamos evoluir, principalmente com a disciplina de quem aprende e, sobretudo, práticas sociais integradoras.’

A este texto de Tiago Valenciano acrescento que não entendo porque o curso de direito, por exemplo, ainda não foi autorizado na modalidade EAD. E que soube que até aulas de cursos de medicina e odontologia, têm sido ministradas na modalidade, neste momento, embora, para esses cursos sempre haverá a necessidade de aulas presenciais. Claro que no caso de direito há a preocupação com a reserva de mercado e a OAB trabalhou, até aqui, para impedir que pessoas como eu, que já não têm, digamos ‘saco’, para aguentar cinco anos de banco em salas de aulas, possam realizar o sonho de formar-se, mais para ‘consumo próprio’, até, do que para concorrer no mercado de trabalho. EAD, é um direito de todos e sua utilidade ficou escancarada, com a pandemia da Covid-19.

Akino Maringá, colaborador

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