Pareceu-me com bom currículo o novo ministro da Justiça. Bem pior seria Jorge Oliveira, que merece nossos aplausos por resistir à indicação e convencer o presidente, que o nome dele seria ruim.
Resta esperar que Bolsonaro não queira, agora, concretizar a divisão do ministério para dar a segurança pública para alguém do centrão e criar gastos desnecessários.
Já o diretor da PF assume com um grande desafio, o de indicar (salvo engano é assim que funciona) delegado para apurar possíveis crimes de Bolsonaro, denunciados na fala de Moro. E agora?
Uma coisa é certa, os dois (ministro e diretor-geral) estão seguros, são de carreira, não precisaram sacrificar uma carreira como fez Moro. Esperamos que eles tenham juízo suficiente para não se deixarem contaminar por desespero do clã Bolsonaro, em eventuais tentativas de se evitar descoberto de crimes que tenham praticado, se é que praticaram.
Akino Maringá, colaborador
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