Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico (46 letras); Hipopotomonstrosesquipedaliofobia (33 letras); Anticonstitucionalissimamente (29 letras); Oftalmotorrinolaringologista (28 letras); Cineangiocoronariográfico (25 letras). São a cinco maiores palavras da língua portuguesa, segunda pesquisa na internet. São o que se poderia chamar de palavrões.
Não digo que nunca falo, ou escrevo, mas controlo ao máximo, evito, não gosto de usar palavrões, por questão de educação e sabedor das vibrações negativas que provocam. Ao comentar postagens dos outros, então, nem pensar. Mas há ‘palavrinhas’ palavrões que abomino, sobretudo uma que começa terceira letra do alfabeto e termina com uma das últimas. Não entendo como pessoas com educação possam usá-la com tanta frequência. Vejo ‘olavistas’ e o próprio, dito filósofo usando desse e outros tantos, palavrões. Acho muito deselegante, como diria Sandra Anenberg.
Ah, se você está pensando em me mandar, não perca tempo. Antes eu responderia: ‘vai você’, mas agora só lamento, lembrando uma frase do Mestre de Nazaré: ‘ Pai, perdoai, eles não sabem o que fazem.
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