Miguel e a lei do abuso de autoridade
Um dos casos que causaram maior comoção popular este ano é o da morte de Miguel Otávio Santana da Silva, de 5 anos, que caiu do nono andar de um prédio de luxo em Recife, enquanto estava sob os cuidados da patroa da mãe.
Por causa do fato descobriu-se que a mãe e a avó do garoto aparecem como funcionárias da Prefeitura de Tamandaré, comandada pelo marido da mulher que responderá por homicídio, Sari Corte Real.
O nome da patroa, aliás, demorou para ser divulgado na imprensa, uma vez que a policia pernambucana, durante a coletiva de imprensa sobre o caso, alegou a lei do abuso de autoridade – aquela, relatada pelo maringaense Ricardo Barros (PP) para proteger políticos.
A patroa só passou a ter o nome publicado depois que a mãe do garoto resolveu falar à imprensa. Do contrário, dificilmente o país saberia.
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