Ícone do site Angelo Rigon

Queiroz virou excelente opção para a Casa Civil

Por Josias de Souza:

As perguntas ecoam nos gabinetes do Planalto e nos cômodos da sede do governo paralelo, no estado americano da Virgínia. O que houve com o capitão? O que explica o seu súbito desinteresse pelo enfrentamento justamente no momento em que o bolsonarismo virótico mais esperava dele? O desânimo, o timbre chocho? A ponto de o Weintraub fugir às pressas para Miami, lamuriando-se: Meu Deus, escantearam até o Olavão!…

O país nunca saberá o que realmente aconteceu depois que Fabrício Queiroz foi recolhido pela polícia do João Doria e entregue ao Ministério Público do Rio de Janeiro. Que drama se desenrolou enquanto o faz-tudo dos Bolsonaro era conduzido para uma cela de Bangu 8?

Diz-se que Bolsonaro virou outra pessoa depois que conversou pelo telefone com Frederick Wassef, então advogado e personal ocultador dos Bolsonaro.

— O que houve com o Queiroz, Fred?

— Queiroz! Que Queiroz? A propósito, quem é Fred?

Quando os generais do Planalto ouviram Bolsonaro defendendo o amigo numa de suas lives —”Queiroz não estava foragido e não havia nenhum mandado de prisão contra ele”—, mandaram localizar o vice Mourão, para pedir-lhe que ficasse de prontidão. O capitão soava esquisito. “Parecia que estavam prendendo o maior bandido da Terra”, ele dizia.

Súbito, escassearam as paradas no cercadinho do Alvorada. Os rompantes do tipo “acabou, porra” foram substituídos por afagos em Toffoli, Maia e Alcolumbre. “Esse entendimento, essa cooperação bem revela o momento que vivemos aqui no Brasil. […] O nosso entendimento, sim, em um primeiro momento, é o que pode sinalizar que teremos dias melhores para o nosso país.” Leia mais.

Sair da versão mobile