Se comparados os períodos janeiro a junho dos anos 2019 e 2020, segundo dados extraídos deste site, que acredito sejam confiáveis. Segundo o site, foram 608.066 de janeiro a junho 2019 e 669.903 o mesmo período 2020,portanto 61.837 mortes a mais
A propósito das discussões em torno das mais de 80.000 mortes por covid-19, em todo Brasil e 41 em Maringá, queremos refletir sobre o que comentou Clóvis Pontes no Pan News , edição da quarta, no que foi acompanhado por Josué Endo. Com muito cuidado, fazendo questão de destacar que cada morte, antecipada, de pessoas com outras doenças que poderiam levar à mortes, mas que a morte é inevitável. Todos morreremos (conclusão minha) muitas vezes se usa politicamente afirmando que se salvou tantas e tantas mortes, e que mortes foram causadas por falta de ação desde ou daquele nível de governo, Clóvis mostrou que quase todas as mortes ,em Maringá, cuja causa aparece com registro pela covid-19, poderiam ser atribuídas a outras causas, as chamadas comorbidades (pacientes com mais de uma doença anteriores à contaminação pelo coronavírus). Mas é preciso destacar que o vírus ataca órgãos já de certa forma comprometidos e que não causariam a morte, digo eu ,Akino.
De qualquer forma, a conclusão é que devemos tomar todos os cuidados, mas talvez não sejam necessárias medidas mais restritivas. Foi o que entedi das falas de Clóvis e Josué.
PS: Se tinha ido bem na quarta, na minha opinião, nesta sexta o Clóvis foi mal. Confuso, nervoso, interrompendo Paulo Caetano, diria que se fosse jogador do Palmeiras, como o Rony, por exemplo, não estava numa manhã feliz. Faltou equilíbrio, teve muita ‘hipocrisia’ (tem abusado da palavra). Já o Agnaldo ‘tem dado’ mostra de muito competência e hoje esteve muito bem. Josué e Rigon com atuação normal, jogando o feijao com o arroz. Não foi aquele Pan News de primeira linha, a edição de hoje. Esta é a minha opinião. Mas mesmo não sendo tão bom como outros, na média continua sendo um jornalístico de qualidade.