Ex-promotor do Paraná, Fischer não é Noronha

Há toda uma expectativa em torno do fim do recesso e a volta do ministro Félix Fischer, relator do caso da rachadinha do filho do presidente, Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Levantamento feito pela Folha de S. Paulo, aponta que ele negou 97% de habeas corpus a favor de presos que alegaram riscos por causa da covid-19.

Fischer tem 72 anos, é alemão de nascimento (é de Hamburgo) e tornou-se promotor de justiça do Ministério Público do Paraná em 1974, tornando-se procurador em 1990. É torcedor do Paraná Clube e, no Rio, onde se formou, do Vasco da Gama.

Caberá a ele a decisão sobre Fabrício Queiroz e sua mulher Márcia de Oliveira Aguiar, que estava foragida, que conseguiram prisão domiciliar por decisão do presidente do STJ, João Otávio Noronha. Este, por sinal, depois de negar centenas de pedidos semelhantes ao de Queiroz, está de quarentena por causa da covid-19.

(Foto: STJ)