Eleição para prefeito

Leitor questiona: Numa pesquisa de intenção de votos, qual a que mais importa: espontânea ou estimulada?
Penso que nesta fase de pré-candidaturas, a pesquisa que tem mais validade é a espontânea, aquela em que o pesquisado tem na ponta da língua em qual candidato votaria. Mas, na prática, como interesse pela política não é lá essa coisas, possivelmente a grande maioria dos entrevistados nem saberia responder. Talvez esse tipo de pesquisa apure e sirva mais para detectar níveis de rejeição de candidatos mais conhecidos. Antes da campanha é mais fácil apurar em quem não se votaria de maneira alguma.
Pessoalmente tenho alguns nomes, em quem não votaria de maneira alguma, e igualmente outros nomes em que possivelmente votaria e os debates, sobretudo, mais que a propaganda servirão para definir.
Lembro que foi através de um debate que fiquei sabendo quem era efetivamente o então prefeito Jairo Gianoto e um ex-secretário, na administração municipal. Devo a Sílvio Name Junior isso, ao fazer uma pergunta ao candidato a reeleição e a sua resposta nervosa, foi fatal. Devemos ao então Promotor Cruz ‘a verdadeira Lava Jato’ maringaense. Não podemos esquecer que tudo começou, salvo engano, pela de Ricardo Barros, e se estendeu por mais duas. Fazer muito e roubar pouco, como diria aquele candidato, não adianta. É preciso fazer o suficiente, não roubar e fazer de tudo para não não tenha roubo, ou simples desperdícios, com pagamento até três o preço normal. ‘Isso non exciste’ , diria Padre Quevedo, precisa ficar muito claro. e para clarear, muitas vezes é preciso ter a humildade de reconhecer o erro.
PS: Os que já estão do outro lado da vida, se pudessem, certamente dariam conselhos, que não vale a pena desviar recursos, pois mínguem escapará da impunidade no julgamento da própria consciência.
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