Barros teria feito ‘ajuste’ numa sala da prefeitura

Da notícia veiculada há pouco pelo site O Antagonista, um trecho da delação confirma que Ricardo Barros era de fato o prefeito de Maringá nas gestões do PP:

“Ainda segundo os delatores, posteriormente, em 2013, Ricardo Barros foi novamente procurado para viabilizar a venda dos ativos remanescentes da São Bento Energia. “Desta feita, Ricardo Barros solicitou o pagamento de R$ 1,2 milhão para si, acrescido de 2,5% do valor da transação em benefício do governo do estado.” O ajuste foi ratificado numa outra reunião em Maringá, “em uma sala na Prefeitura da cidade”.

O prefeito, em 2013, era Carlos Roberto Pupin (PP), que havia sido vice-prefeito de Silvio Barros II.