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Vandré e mais um zero à direita

Vendo o número de registro de Vandré Fernando (10.000) candidato a vereador pelo Republicanos, partido que apesar de apoiar determinado candidato a prefeito liberou os vereadores a permanecerem neutros na majoritária, lembrei de uma história narrada por Joanna De Ângelis no prefácio do livro Vida Feliz:

‘Em Ecbátana, cidade antiga da Pérsia, havia uma Academia onde se reuniam os sábios da época, então chamada Silenciosa, porque os seus membros deveriam manter-se calados quanto possível, em meditação, resolvendo os problemas que lhes eram apresentados. Certo dia, em que todos estavam reunidos, apresentou-se um eminente pensador chamado Dr. Zeb, que foi ali propor a sua candidatura a um daqueles lugares disputados. O presidente da entidade atendeu-o em silêncio e, diante dos diversos acadêmicos, escreveu o número mil no quadro de giz, colocando um zero à sua esquerda, fazendo-o entender que este era o seu significado para os presentes.

Dr. Zeb, sem qualquer enfado, apagou o zero e o transferiu para o lado direito do número, tornando-o dez vezes maior (ou seja, transformando em 10.000).

Vandré é um candidato nota 10 e qualquer zero a mais deve ser colocado à direita, pelo menos um para formar o 10.000.

Temos outros bons candidatos  e poderia citar o vereador Onivaldo Barris, e mais  Mário Hossokawa, Alex Chaves, Sidney Teles, Jean Marques, até o Flàvio Mantovani, que às vezes ‘nos estranhou’.  Mário Verri, Bravin, e outros, que posso ter esquecido.  Temos ainda o João Oficial, Luiz Neto,  e certamente alguns mais que não nos lembramos agora.

Escolher um bom vereador não é fácil e não é por falta opções, muito pelo contrário. Em nossa família direta somos quatro votos e vamos  dividir para somar e escolher . Desta vez não vamos errar, não é mesmo Rigon?

PS:  Esta postagem é isenta de recursos do fundo eleitoral. Feita  por decisão do autor, sem qualquer pedido.  Acho vai surpreender alguns.

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