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‘Nova ordem é combinar primeiro e anunciar depois’

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP), afirmou hoje que a “nova ordem da articulação política é: ‘combina primeiro e anuncia depois’, para não ter esses contratempos. Sai uma notícia e depois vem o desmentido, como o da vacina [chinesa] ontem”.

Segundo Noeli Menezes, da CNN, na terça-feira, após reunião com governadores, o Ministério da Saúde definiu a compra de 46 milhões de doses da Coronavac. Um dia depois, o presidente Jair Bolsonaro negou a aquisição das doses do imunizante, e o ministério voltou atrás no anúncio. 

Para evitar esses “contratempos”, a partir e agora os anúncios devem ser combinados. “Combina primeiro, anuncia depois. Assim vamos dar mais tranquilidade à sociedade, que vai entender que, quando tem um anúncio, pode realmente se tornar uma realidade”, disse Barros.

Barros defendeu o fim do isolamento social, porque sempre foi “contra” e “não funcionou”. “Precisamos encerrar a pandemia. Como? Imunidade de rebanho. Todos voltarem a trabalhar. Retomar a economia e colocar o estado para funcionar. Já temos os respiradores, os leites de UTI, antivirais… A vacina de hoje é o respirador de ontem. Quem tiver dinheiro vai comprar primeiro. Temos que tocar a vida”, continuou. Ricardo Barros já teve covid-19 e, tido como super espalhador do vírus, transmitiu a várias pessoas, incluindo familiares.

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