Um amigo do Face, cuja identidade parece não tão autêntica quanto a postura de certos candidatos, elencou algumas promessas na atual campanha, como a dos ‘trezentão’ de auxílio emergencial municipal, os R$ 1,2 mil para mães com filhos de até 2 anos; a construção de 10 creches e concluiu com uma definição bem humorada, chamando de massagista o que pretende destravar Maringá. Terminou com uma sigla que me recuso a repetir, mas que começa v e termina com u, que rimaria com a frase: ‘vai tomar suco de caju’.
Caro Ted: Gostaria que analisasse mais duas, a da construção do hospital da zona norte (a candidata mostra até o terreno) e do VLT (nosso metrô de superfície, ligando o Maringá Velho ao Terminal), que considero não inviável , caro e impossível de ser cumprido, quanto ao projeto do trem pé vermelho, ligando Londrina a Maringá, que volta e meia Ricardo Barros e Cida prometem.
É!, como diria Antonio Magri, sindicalista que foi ministro de Collor e criou o termo ‘imexível’, são promessas incumpríveis, tanto quanto se acabar com o mosquito da dengue, como quer o Josué (sempre vão sobrar alguns), ou acabar com a corrupção , que é contagiosa, mas dá para diminuir muito. Só falta alguém prometer trazer mar e praias, para Maringá ficar perfeita. Quem sabe um dia.