Nove dias depois, nada de novo no front
Hoje faz 9 dias que dois investigadores da Polícia Civil de Maringá receberam denúncia anônima de que pessoas ligadas à candidata a prefeita pelo PP, Coronel Audilene, estariam por trás da divulgação de informações e áudios de caso polical envolvendo o ex-secretário municipal Vagner de Oliveira.
O objetivo era fazer uma ligação da ocorrência policial envolvendo ele e uma diarista com a campanha eleitoral “para prejudicar o prefeito Ulisses Maia”. A mulher, suspeita de ter furtado dinheiro da casa do ex-secretário, teria conversado com um policial militar que trabalhou com Audilene quando era comandou a PM paranaense.
Até agora não houve manifestação da coordenação de campanha do PP, possivelmente por orientação da família Barros, que comanda o processo eleitoral interno. Também a candidata não se manifestou (aqui, a primeira nota a respeito; aqui, o documento, publicado dia 10).
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