Não precisa

Respondo, dando minha opinião, sobre questionamento do leitor, nesta postagem.
Acredito que a Câmara Municipal de Maringá seja parte em tão poucos processos, que seus servidores podem acompanhar diretamente nos sites da justiça. Mesmo se assim não for, indico um serviço que custa R$ 50,00 por seis meses e pelo qual se pode indicar até três nomes, no caso, poderia ser Câmara , o presidente e mais um vereador. Veja aqui o link e receber por e-mail qualquer movimentação de processos em todos os tribunais no país.
E digo mais, o cargo comissionado de procurador jurídico é totalmente desnecessário, pois conta no quadro com com três advogados(as) de carreira, com salários e vantagens mensais de R$ 22.638,37/R$ 11.124,57 e o inicial de R$ 5.341,86 e, pasmem, para uma jornada de 20 horas semanais ou 4 diárias de segunda a sexta, o que na prática transforma tais salários, em números redondo, de R$ 45 mil, R$ 22,2 mil e R$ 10,6, numa jornada de 40 horas semanais, normais para os demais mortais. Além desses servidores efetivos estáveis, se paga mais R$ 14.543,37 para Procurador Jurídico, comissionado, com carga horária de 30 horas semanais.
Absurdo,parece-nos, pois não há volume de serviço que justifique. Fica a dica para os novos vereadores, como Cris Lauer, que se aprofunde sobre este e outros cargos, de utilidade e necessidade bastante duvidosa e que servem de moeda de negociação em todas as eleições da Mesa, dizem.
PS: Clóvis Pontes, que informa que vai acompanhar a Câmara, poderia levantar quantos são os processos em que atuam esses servidores. Acredito que podem ser contados nos dedos das mãos.
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