Ícone do site Angelo Rigon

Construtora maringaense é acusada de receber milhões antecipadamente e não realizar obras no Paraguai

Trecho entre Pozo Colorado e Concepción


A construtora Sanches Tripoloni, de Maringá, de acordo com reportagem publicada pelo jornal ABC Color, de Assunção, cobrou US$ 4,5 milhões do governo paraguaio e “desapareceu”, sem executar obras de esgoto para quatro cidades do interior que a concederam, também tem o contrato de um trecho da rota Pozo Colorado-Concepción. Neste caso, ele já recebeu US$ 4,3 milhões, e também não fez nenhum progresso com empregos.

O texto diz que a construtora, representada por Jefferson Carlos de Castro Ferreira Junior, tem contrato milionário com o Ministério de Obras Públicas e Comunicações do Paraguai. A seção foi adjucada em setembro de 2019, mas o trabalho não progrediu até o momento. Neste caso, a premiação foi de R$ 192,673 milhões (US$ 28,7 milhões) e a empresa já arrecadou R$ 29,146 milhões (US$ 4,3 milhões) antecipadamente e certificados de obras executadas, segundo registros publicados na página do Diretório Nacional de Compras Governamentais. No entanto, a empresa ainda não teria entregue o projeto final da rota para o MOPC, por isso também há dúvidas de que ela pode cumprir seu contrato, de acordo com fontes próximas. O jornal tentou contato com a Sanches Tripoloni, mas não conseguiu.

A empreiteira também se beneficiou de obras de esgoto nas cidades de Areguá, Tobatí, Caacupé e San Juan Bautista (Misiones), como membro do Consórcio Águas do Paraguai, em conjunto com a empresa DP Barros Pavimentação e Construção [que tem sede em São Paulo], mas não conseguiu cumprir esse contrato.

(Arquivo/ABC Color)

Sair da versão mobile