Armas: GM comemora, mas nem todos aprovam decreto

O novo decreto federal que “desburocratiza procedimentos” em relação a aquisição, o cadastro, o registro, o porte e a comercialização de armas de fogo e de munição, foi comemorada por guardas municipais

Para Adriano Almeida, chefe da GM maringaense, trata-se de uma grande vitória para a instituição. “Esperávamos isso há anos agora todos os guardas municipais têm direito ao porte de arma de fogo”, comentou.

Em nível nacional, a repercussão ao decreto, como um total, chega a dar calafrio. Para o jornalista Renaldo Azevedo, o decreto de armas de Bolsonaro é mel na sopa das milícias e do narcotráfico. “Atiradores poderão comprar 60 armas, e caçadores, 30, sem autorização do Exército. Aritmética: 10 “atiradores” se juntam e formam um arsenal de 600 armas”.