Jubileu de prata em Maringá

Jubileu é um aniversário solene, é também um grande espaço de tempo. Os jubileus mais comemorados são o jubileu de prata, referente aos 25 anos e o jubileu de ouro referente aos 50 anos.

Neste sentido, completo hoje 25 anos de Maringá, para onde mudei  residência em 22 de fevereiro de 1996, logo jubileu de prata. Sou testemunha de que é uma das melhores, talvez a melhor entre as melhores, para se viver, depois de passar por diversas, dentro e fora do Paraná (Cascavel, Nova Esperança, Terra Rica, Iporã, São João do Ivaí e Paraíso do Norte, além de Mandaguaçu, para onde vim em 1969. Em outros estados (MT, MS, PA, CE), além da minha Alfredo Marcondes-SP, onde reencarnei, para mais uma jornada de provas e expiações.

Maringá só não é perfeita, porque faltam mar e praias com os do PR e SC, mas de resto é uma cidade que tem tudo para se viver bem, apesar de algumas administrações, no passado, a tratarem como um verdadeira capitania hereditária (a cidade tinha dono). Até me questiono se vivemos aqui por que já merecemos, como bônus pelo que fizemos de bom em outras  encarnações, ou se é uma prova para demonstrarmos que temos obrigação de sermos bons  e caridosos, muito mais que irmãos  brasileiros que vivem em regiões sofridas (Ajuda-te, que o céu de ajudará!)

A atual administração devolveu Maringá aos maringaenses, sejam os de nascimentos ou por adoção como eu, e  se não fosse a modéstia diria que até mereço um título de cidadão honorário ou benemérito (não é mesmo vereador Biazon? Se o deputado merece…?). Quem sabe o vereador  Rafael Roza (amigo de um  ‘amigo meu’, proponha (dizem que ele o ouve muito).

Brincadeira, não mereço, não fiz nada além da minha obrigação, e se dedico algum tempo no interesse da cidade é apenas o retorno pelo que  a atual existência me proporcionou.