Aglomerações, cloroquina, ivermectina – eis uma ideia
A ideia vem de leitor e, possivelmente impossível de se colocar em prática por questões jurídicas (as exceções dependeriam de governo federal, coisa que o Brasil não tem), seria ótima se estivesse em vigor.
Basta colocar os nomes de todas as pessoas flagradas pelo GGI ou equivalente em festas e baladas proibidas através de decreto, assim como em bares e disque cerveja que funcionam com porta abaixada e gente dentro – enfim, os nomes de todas as pessoas que desrespeitam a legislação de enfrentamento à covid-19 numa lista que seriaencaminhada a hospitais e unidades de atendimento a pessoas com sintomas de novo coronavírus para que deixassem de ter preferência na hora do atendimento. Afinal, foi de livre e espontânea vontade que procuraram coceira para se coçar. Seriam atenddas, não poderiam ter preferência sobre os que pegaram a doença apesar dos cuidados e do respeito aos decretos, uma vez que o sistema de atendimento médico caminha para o colapso.
É uma ideia, à qual acrescentaria: colocassem na lista os nomes de empresários e comunicadores que defendem o tratamento precoce (cloroquina e ivermectina), que contrariam a ciência e promovem novos casos e mais mortes. Em Maringá, apesar do desaparecimento de muita gente que fazia o tal tratamento precoce – entre eles, pastores e empresários -, ainda há os que defendem tal sandice.
(Ilustração: Gabby K)
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