Além da mulher que deu aval à importação, acusado de pressionar servidor também foi recomendado por Barros
Além de Regina Celia Silva Oliveira, a mulher que autorizou a importação da Covaxin apesar dos indícios de superfaturamento e irregularidades, o deputado federal Ricardo Barros mantém outros indicados no Ministério da Saúde, por onde passou no governo Michel Temer. Ex-Cohapar, Roberto Ferreira Dias (foto) continua diretor de Logística (Dlog), área responsável por compras do ministério.
Em outubro do ano passado tentou-se torná-lo diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que autoriza medicamentos. O projeto foi abortado. Dias foi indicado pelo ex-deputado federal Abelardo Lupion (DEM) no início do governo Jair Bolsonaro, e recomendado pelo deputado Ricardo Barros. Ele é um dos acusados de pressionar o servidor para liberar o pagamento antecipado para a Covaxin, no valor de 45 milhões de dólares (R$ 221 milhões).
Na internet, Ricardo Barros escreveu: “Não participei de nenhuma negociação em relação à compra das vacinas Covaxin. “Não sou esse parlamentar citado”, A investigação provará isso. Também não é verdade que eu tenha indicado a servidora Regina Célia como informou o senador Randolfe. Não tenho relação com esse fatos”.
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