1 – Wilson Gomes explica que o centrão não existe – seu verdadeiro nome é Progressistas (acima, dois de seus expoentes, Arthur Lira e Ricardo Barros). Na verdade, há dois governos no Brasil hoje, e um deles é do Progressistas. Como se chegou a tanto? Bolsonaro simplesmente se deu conta de que não tinha fôlego, número e competência para fazer a necessária política parlamentar, e que a pressão pelo seu impeachment aumentava consideravelmente. Afinal, trata-se de um presidente sem partido, que na verdade lidera um movimento político e uns parlamentares deste movimento em primeiro mandato, mas não um partido institucionalizado, acossado e perdido. Aqui.
2 – Aproveitando, outra dica de leitura. O jornalista Ariel Palacios, em artigo publicado em abril no Lab News, já deixava claro como funciona a coisa por aqui ao relacionar algumas expressões utilizadas por Bolsonaro, seus ministros e seguidores, na vida real e virtual, que têm origem fascista e nazista. Tem até o porquê do uso da palavra “mito”. Aqui.
(Foto: Câmara dos Deputados)