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Fraqueza e desonra

Talvez seja a hora de se criar mecanismos drásticos de punição

Vendo a matéria do Fantástico, sobre bastidores da operação ‘Força de Honra’ que levou desarticulou mais uma quadrilha na Polícia Rodoviária Estadual do Paraná (torcemos para que não se formem outras) e, lendo essa postagem do Rigon, ocorreu-nos tratar do assunto, mais uma vez com o título ‘fraqueza e desonra’.

O que pode levar um servidor, com a estabilidade de um emprego, com remuneração de quase R$ 19.000,00, a enveredar pelo caminho fácil da propina, com o risco de perder tudo? ‘Fraqueza de ideias’, dirão alguns. Uma desonra para a corporação onde há tantos servidores honrados. Lamentável, uma pena para as pessoas envolvidas e suas famílias. Talvez seja a hora de se criar mecanismos drásticos de punição, com cadeia efetiva de pelo menos 30 anos, e exames psicológicos mais apurados na seleção.

Um despertador diário para todos os servidores lembrando-os de que desvios terão consequências graves.  Câmeras, gravação, com consentimento de todas as conversas de comandados e comandantes. Cadeia brava para corruptores, também.

PS: Lembro que quando entrei no Banco do Brasil, era lembrado constantemente de só perderia o emprego se cometesse desvio de conduta e naquele tempo (ínício dos anos 70) emitir um cheque sem fundos era muito grave. ‘Estourar’ a conta em R$ 1,00 dava advertência. Aprendi que meu horário de  trabalho era pelo menos cinco minutos antes do oficial. Era disciplina militar que talvez esteja faltando.

(Foto: Reprodução Rede Globo)

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