Trecho do artigo do editor e diretor de cinema Miguel de Oliveira em que revisita “A Igreja do Diabo”, livro de Machado de Assis e Machado de Assis, lançado em 1884:
“É possível vislumbrar os olhos bacentos do Bozo ouvindo a voz esgalgada de Malafaia, ao lado de uma margarina aberta sobre a mesa da cozinha. Ele pensa em Ricardo Barros; espanta o odor sacudindo a cabeça. O silêncio é total, tanto que se ouvem os perdigotos presidenciais caindo ao chão.”
(Foto: Correio da Manhã/Arquivo Nacional)