A Deus e adeus

Não devemos confundir a construção a Deus com a fórmula de despedida adeus. No dia de ontem, 13 de setembro, muitos parentes e amigos estão dizendo adeus a pessoas cujos corpos físicos faleceram, obrigando-os ao retorno ao Mundo Espiritual. 

Em Maringá, dois nomes, o de uma querida amiga. Dona Therezinha Baggio, e do ex-vereador Luizinho Gari, deixaram o mundo físico hoje, que citá-los enviamos vibrações para todos aqueles que deixaram o plano físico. 

Algumas palavras ao Luizinho, que muito jovem, com apenas 43 anos deixa uma existência com turbulências  que o fato de ter sido eleito vereador, sem estar preparado, tenha apressado, talvez tenha apressado o fim. O poder não fez bem a Luizinho Gari, acredito. Ter perdido o poder, fez-lhe um terrível mal e custou ‘amigos’. Mas não nos cabe julgar. 

Dona Therezinha teve uma existência de quase o dobro de Luizinho, ‘ vivendo’ 84 anos, de maneira humilde, sem  as intempéries que o poder pode causar.  

A ambos o nosso adeus, rogando a  Deus que lhes perdoe as faltas que hajam, eventualmente, cometido e que lhes sejam concedidas oportunidades de reparação e rápida adaptação à nova fase da vida, agora sem as vicissitudes do corpo.

 Claro que é mera formalidade, excesso de preciosismo, fazer tais pedidos a Deus, que na hora do adeus à vida física, age com absoluta imparcialidade, seja com os mais simples dos seres humanos ao ‘mais poderoso’, como o papa para os católicos, o presidente dos EUA, para americanos, ou Bolsonaro para os bolsonaristas, no Brasil.

(Foto: Andrew Hoo)