Mandachuva, segundo os dicionários, significa quem é importante, por isso, tem influência sobre algo ou alguém. Chefe, aquele que possui poder de chefiar, que dá ordens e decide. Coronel, indivíduo que, em determinadas regiões interioranas, exerce funções e cargos políticos.
A comentarista do Pan News, Pâmela Bussolin, certamente responderia que o maior mandachuva do Brasil é Bolsonaro e digo isso porque na edição de hoje disse, bem humorada que a chuva que estava prevista para a parte da tarde, talvez fosse lágrimas dos não bolsonaristas, dentre os quais me incluo, depois de ter votado nele em 2018 e ter acreditado nas promessas de campanha.
Não, cara Pâmela, o maior mandachuva do Brasil é o centrão de Arthur Lira e Ricardo Barros, que manda no governo federal, muito mais que Bolsonaro, o que o impede que apesar de todas as evidências de corrupção na compra de vacinas e as digitais de envolvidos, não pode tomar atitudes, a não ser contra o ‘peixe pequeno’, Roberto Ferreira Dias, e não contra que o teria indicado.
Sobre a chuva, que veio antes da caravana bolsonarista, pode ser de lágrimas da natureza e o vendaval, que impediu a realização da cerimônia do aeroporto, revolta contra as mentiras, enganações, incompetência, de um sujeito que se apresentou prometendo fazer tudo diferente da velha política e fez tudo igual ou pior e o pior de tudo, além da atuação na pandemia, foi contribuir para o fim da lava jato, que começou com ele enganando Sérgio Moro, com o convite malandro e a promessa de uma vaga no STF.
Se gritar pega centrão, não fica um (…) dizia o general Heleno. E hoje? E sou do centrão, disse Bolsonaro.
É de chorar, verter lágrimas, ficarmos com opções entre Bolsonaro e Lula. Mas, como diria a torcida do Atlético Mineiro… eu acredito… eu acredito…. Se Deus é brasileiro como se diz popularmente, vai surgir um nome para terceira via. Mas se não tiver jeito, apesar dos pesares, hoje é preferível um Lula, fiscalizado pelo exército de Bolsonaristas, e rezarmos para que o centrão seja oposição, ou desapareça nas urnas.
Seria um milagre, mas milagres podem acontecer e ter chovido bem, no momento em que precisamos tanto desse verdadeiro milagre da natureza, contra tudo que os homens fazem, se foi o comício com vinda de Bolsonaro que a trouxe: aleluia, aleluia… aleluia…glória… glória…
(Foto: RBA)