No paraíso, na era analógica

Em junho de 95, quando era gerente-geral do Banco do Brasil em Paraíso do Norte, fomos matéria no Diário do Noroeste, de Paranavaí. Na foto, aparecemos com o então prefeito, Edneu Verdério, que recentemente nos deixou, retornando ao Mundo Espiritual.

Foram dois anos de uma parceria e, dizem, colaboramos para o progresso daquele município, não só com o Proden, que é o equivalente do Codem. Trabalhamos em Paraíso do Norte de 93 ao 95, e em 1994, participamos da apuração das eleições no último ano de contagem manual, assessorando o juiz eleitoral, pois gerente do Banco do Brasil não era ‘pouca porcaria’ naquela época, meu caro amigo Fernando Tupan, que recentemente disse que ainda estou na era analógica. Aliás, antes em São João do Ivaí, também trabalhava  convocado pela Justiça Eleitoral, para ficar de olho na contagem, e fiscalizar os escrutinadores, para que não houvesse fraude nas ‘urnas de lonas’, o que acontecia e muito, muito…

Naquele tempo, da máquina de escrever, a comunicação no Banco do Brasil já tinha evoluído do telex  para o fax, mas nada se comparava a hoje, quando estamos na era digital.

Bons tempos, com 34 anos cheguei à minha primeira gerência no PA. Desculpe-me por falar demais de mim. Apenas para explicar, que posso até ser hoje, mas  no passado não fui’ pouca porcaria’, repito, e quem pensa assim ‘ não passa frio, pois está coberto de razão’, diria uma amiga do Pan News.