A companhia aérea ITA, do grupo Itapemirim, que na sexta-feira anunciou através de nota a suspensão imediata de todas as suas operações para uma “reestruturação interna”, tinha programado começar a atuar em Maringá no ano que vem. Em maio, a empresa divulgou que começaria suas atividades no Aeroporto Regional de Maringá no dia 1º de junho de 2022 – justamente um ano depois de realizar seu primeiro voo no país.
No site da empresa há atualização sobre como devem proceder as pessoas que adquiriram as passagens para embarcar em dezembro. A “suspensão temporária” das operações afeta milhares de passageiros e, mesmo com o envolvimento da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a situação está difícil. A Gol, Azul e Latam, entre outras, estão aceitando sem custos adicionais os passageiros prejudicados pela suspensão dos voos da ITA, informa Lauro Jardim. “Outra saída, que algumas agências e operadoras de turismo usaram, foi fretar aviões para alguns destinos. A CVC, por exemplo, fretou duas aeronaves da Gol com este objetivo. Não há, no entanto, qualquer solução em larga escala e imediata para o caos”, acrescenta.