A possibilidade de venda do terreno onde está construído o Centro Português de Maringá deve ganhar ritmo no primeiro trimestre de 2022. Localizado na área central da cidade (rua Luiz de Camões) desde 1964, o imóvel virou alvo de cobiça de empreiteiras.
Estão na disputa a catarinense Embraed e as londrinenses Yoshii e Plaenge, que se associaria a uma das empresas do deputado federal Ricardo Barros, que mora nas proximidades. O Cepo, informa sua rede social, ocupa uma posição destacada no ranking nacional de clubes luso-brasileiros e é uma associação de pessoas, sem fins lucrativos, políticos ou religiosos, que se reúnem para o seu lazer, práticas esportivas e sócio culturais. Reflexo da possibilidade de venda foi o aumento do valor das cotas. Se uma assembleia de sócios fosse realizada hoje, porém, corre que a maioria decidiria por ficar lá mesmo. Estima-se que o negócio, se concretizado, deve passar dos R$ 100 milhões. (Atualizado)
(Foto: Redes sociais/Cepo)