Um ano decisivo para se pôr fim às tragédias

Embevecido por esse poema de amor à Natureza, da fortuna pelo pertencimento, como ser humano, ao mais belo planeta até hoje conhecido:
a Terra, esférica e deslumbrante (azul e linda!); e com a certeza de que as mulheres e os homens de bem que lutam para preservar esse paraíso terrestre hão de prevalecer e suplantar os que pretendem destruir o meio ambiente; os que dizem defender a família e os costumes tradicionais, mas são, em verdade, os que não têm amor ao próximo, os sem empatia pelos mais fracos e pelos deserdados sociais; os que não se compadeceram com a tragédia perpetrada pela covid-19 e suas funestas consequências, com os familiares dos que perderam seus entes queridos, com os acometidos pelo SarsCov2 e que sobreviveram, mas com sequelas físicas incapacitantes, dolorosas e incuráveis, e com os desempregados que padecem de fome; os que não se compadecem com o sofrimento daqueles que enfrentam os flagelos naturais, como o das chuvas na Bahia, atualmente – desejo a todos um novo ano de muita saúde, alegrias e felicidades, mas também de muita esperança e convicção de que será um ano decisivo para se pôr fim à tragédia sanitária da covid-19 e à tragédia política de que somos vítimas, nestes infindáveis três últimos anos.
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