Tupã

Nos meus tempos  de criança e juventude,  nos distantes anos 60, eu era  ouvinte assíduo de rádio (cheguei pegar o tempo daqueles de pilhas que grandes e grandes aparelhos). Morava no oeste paulista e dentre as rádios que ouvia  muito uma era de Tupã, cidade que fica fica na Alta Paulista, no oeste de São Paulo, e segundo o site da prefeitura reúne a tranquilidade das pequenas cidades e as opções e variedades das grandes. Fundada em 12 de outubro de 1929, por Luiz de Souza Leão numa região de floresta virgem, localizada no espigão dos rios do Peixe e Feio (ou Aguapeí), traçado da ferrovia. 

O nome escolhido – Tupã (o Deus do Trovão ou Espírito Bom) – evoca uma homenagem aos primitivos habitantes do local, os índios. 

Como todas as cidades brasileiras, Tupã sofreu com o coronavírus e a covid-19, que dentre as variantes tem apresentado atualmente a ômicron, que não é mais leve que a covid, é a uma variação da covid e tenho um amigo que insiste em dizer que ela é muito mais leve que a covid, repito é a própria covid e quem a contrair, se já tiver tido covid, será considerado reinfectado.

Carnaval, Lula lelé, nosso militar, é coisa ‘pra boi dormir’, deixá pra lá. Tá doído? Loucura, loucura, diria Luciano Huk, nos bons tempos do caldeirão. Que confusão, os ouvintes já notaram. Concordo com oque o Tupan disse uma amiga querida. A gente vai ter gripe o resto da vida, é o que Tupan falou, mas uma vez.

Para tudo! Estou ficando confuso e quero ir para Tupã, a tranquila cidade paulista. Vou me prepara para ouvir o Celestino e o Professor Itamar, no Pan News18,  onde as presenças equilibradas do Francês, do Professor Akino, digo, Akito,  sob o comando  Victor (vamos que vamos), poderá me acalmar o meu coração.

Vou pedir essa música para o Carioca:

(Foto: Divulgação/PMT)