Apontado como ‘vazador’ pela PF, Barros critica governador

Com apoio de parte dos bolsonaristas, o deputado federal Filipe Barros (foto/União Brasil) lançou-se pré-candidato ao governo do Paraná e, na tentativa de polarização, é hoje um dos maiores críticos do governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD), a quem chama por um nome que ele, chefe do Executivo, tem como insulto.

Barros, de Londrina, pode acabar junto com o Barros, Ricardo, de Maringá. Seu caminho é o PP, ou o PL, do presidente Bolsonaro, de quem espera apoio a uma possível candidatura. Há quem acredite que Bolsonaro manipule o Barros, de Londrina, para pressionar o governador, que em tese quer tem ligações de apoio a outros candidatos, como o maringaense Sergio Moro (Podemos).

O certo até agora é que o Barros de Londrina acredita que vai receber os votos dos que não concordam com a “condução da pandemia” no Paraná – traduzindo, com os negacionistas que não acreditam na eficácia da vacina, distanciamento social, máscara etc – aqueles que fazem parte de um grupo que dimini a cada dia. Enquanto isso, relatório da Polícia Federal sobre a investigação do vazamento do inquérito sigiloso sobre o ataque hacker aos sistemas do TSE aponta o possível futuro adversário do governador como o responsável pelo possível crime de quebra de sigilo. Leia mais.

(Foto: Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados)

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