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Estivemos na Jovem Pan

Na última sexta-feira, a convite do Paulo Caetano, fui conhecer as instalações da Rádio Jovem Pan de Maringá. Fui muito bem recepcionado por toda a equipe e falei mais longamente com o Paulo, Marcelo e o Carioca.  A princípio imaginava uma visita de uns 30 minutos e acabamos ficando 1h45, onde falamos sobre muitos assuntos e pude contar um pouco da trajetória e como surgiu o Akino Maringá, quando ouvi do diretor Marcelo um dos maiores elogios, disse ele: Maringá, precisa de mais Akinos. 

O Carioca também foi,  como sempre, muito receptivo e brincalhão como faz com todos os visitantes, e  pudemos recordar pontos de destaques  e ‘alguns quase bordões’, onde acentua algumas coisas que os mais atentos percebem. Convidou-me para qualquer quarta jantar no Vó Eva, e ressaltando o endereço para eu não esquecer e perguntou quem eu levaria para o ofurô nos Jardins de Monet, e se  qual a minha preferência por sauna se seca ou molhada( pedi um tempo e estou pensando nas respostas).

Mas a conversa maior foi mesmo com o Paulo Caetano, com quem temos muito em comum , em se tratando de nossa terra, Mandaguaçu e agora o nosso neto, cujo nome é Caetano, que não homenagem, mas nos faz lembrar..

Conversamos sobre  bancada, falamos  de situações, expliquei posicionamentos meus, ele me fez compreender melhor as personalidades deste  e daquele e no final acabei entendendo mais alguns, que realmente não entendia.  Quando pensávamos que a conversa estava encerrada, na porta, ainda conversamos por mais uns 15 minutos e não se  fosse o adiantado da hora do almoço conversaríamos mais .

Ficou o convite, mais uma vez, para um dia participar da bancada, mas por enquanto, apenas perguntei ao Carioca onde sentava cada um e passei a mão  nas cadeiras do Celestino e outras, só para sentir a vibração. Hahaha, ‘brincadeira sadia’, diria Bolsonaro e deixei um grande abraço a todos, em especial  para o Tupan e professor Itamar.

Falando  em professor, perguntei do Akito e Paulo me explicou que compromissos na sua profissão estão dificultando sua presença na bancada das 18. Ressaltei  a minha admiração ao Taguchi, pela sua lealdade com o Akino Maringá  e expressei que no lugar dele também faria, exerceria um direito e  de direitos não se pode abrir mão. Concordamos, o Paulo concordou e disse que ‘em off’ é unanimidade .

‘Essa que é a verdade e a verdade tem que ser dita’. Deixo uma frase de Hélio Ribeiro, para reflexão, como diria Luiz Neto, outro integrante da bancada que destacamos e mereceu elogios especiais do Paulo, que priva mais da sua intimidade. Aliás, todos, absolutamente todos foram elogiados pelo Paulo, que me surpreendeu dizendo que alguns nomes foram indicados pelo Rigon. 

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