Sindicato denuncia atuação de milícia
O Sindicato Rural de Castro (159 km de Curitiba) alertou por ofício às autoridades do município e do estado sobre a atuação de milícia armada no distrito do Socavão e pede que sejam tomadas as providências e ações proativas no sentido de se evitar uma tragédia na área rural. Naquela região fica um dos dois imóveis que foram citados pela CPI da Pandemia como compondo o patrimônio do FIB Bank, que pertenceria a Marcos Tolentino, empresário amigo do líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal, Ricardo Barros (PP), e que foi ouvido pela CPI da Pandemia. Os dois imóveis foram declarados como valendo R$ 7,5 bilhões, integralizando o Fib Bank, que, apesar do nome, não é banco e garantiria a importação de vacinas da Covaxin, processo suspenso depois que a CPI passou a investigar o caso.
De acordo com o site Minuto Rural, a área em questão pode atingir mais de 709 imóveis rurais, estimando-se mais de duas mil famílias estabelecidas e residentes nestas áreas, pois além dos proprietários rurais, estariam afetando os seus funcionários e colaboradores, comunidades, vilarejos, comércios e indústria.
Segundo destaca o ofício, estes produtores rurais, as pessoas residentes, as suas famílias e seus antecessores, ocupam a posse mansa e pacífica desta área legitimamente, há mais de 100 anos. “Inclusive com registros de títulos imobiliários reconhecidos judicialmente, através dos autos de semarcação de sivisão do imóvel “Socavão” e “Fazenda São Lourenço”, da Vara Cível da Comarca de Castro, dentre outros títulos originários que consolidam a legitimidade dos possuidores desta área.”, alega a instituição. Leia mais.
*/ ?>
