A Procuradoria Geral da República) deverá decidir ainda em abril o destino da maior parte das investigações derivadas da CPI da Pandemia que tramitam no Supremo Tribunal Federal. Em pelo menos sete, dos dez casos, o presidente Jair Bolsonaro e seus auxiliares, representados pela Advocacia Geral da União, já apresentaram uma defesa prévia. Com isso, a bola passou para a PGR, que deverá finalmente explicar se pretende denunciar ou arquivar as imputações feitas no relatório final da comissão, informa Rubens Valente no UOL.
Em alguns dos casos, os ministros não indicaram um prazo para a manifestação da PGR, mas em outros sim, de 15 dias. Esse deve ser o prazo levado em conta para todas as manifestações, continua. Bolsonaro e todos os outros agentes públicos indiciados pela CPI, como o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello (foto)e o deputado federal Ricardo Barros, na maioria dos casos já apresentaram suas defesas por meio da AGU ao longo de março. Bastará agora à PGR dizer se entende que o STF deve abrir um processo penal para cada um dos casos, se parte será arquivada ou anexada a outro procedimento em andamento ou se, simplesmente, não enxerga crime, diferentemente do apontado pelos senadores da CPI. Leia mais.
(Foto: Alan Santos/PR)