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Cerco populista à Lei das Estatais e o compliance do Centrão

Depois de descaracterizar o teto de gastos, governo quer mudar a Lei das Estatais

Trecho de artigo de Guilherme Macalossi, sob o título acima, na Gazeta do Povo:

As estatais estão aí, e é preciso lidar com elas da melhor maneira possível enquanto não são privatizadas. A Lei das Estatais, promulgada no governo Temer, foi uma forma moderna de criar boas práticas de gestão e estabelecer restrições e critérios na nomeação de seus dirigentes, preservando-as, pelo menos em parte, de gerenciamento temerário e ingerências indevidas. (…)

Com vistas a obter “mais efetividade do governo no comando da Petrobras”, o deputado Ricardo Barros anunciou que se estudam meios de alterar dispositivos da Lei das Estatais. Da mesma forma que se descaracterizou o Teto de Gastos, busca-se fazer o mesmo aqui, agora sob o inacreditável argumento de frear a alta dos combustíveis. Pelo lado da esquerda, também há clara vocalização no mesmo sentido. A deputada Gleisi Hoffmann, uma das principais interlocutoras da pré-candidatura de Lula, já disse em plenário que concorda com a proposta porque a atual legislação criminalizaria a política. Leia mais (para assinantes).

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