Vi um publicação no Facebook, como uma foto de uma senhora, já não tão jovem, e que não se pode dizer ter um beleza física exuberante, que é normal na juventude.
Abaixo da foto, a seguinte postagem: ‘Essa é uma das supostas vítimas de assédio do presidente da Caixa. Caso seja verdade, ele merece ser internado para tratamento e não preso.
É o jeito bolsonarista de tratar as mulheres, com piadinhas de duplo sentido, como no caso do próprio Bolsonaro, em episódio se referindo à jornalista da Folha de São Paulo, em que foi condenado recentemente:
O presidente foi condenado a indenizar a jornalista Patrícia Campos Mello por atacá-la de forma machista ao dizer que “ela queria, ela queria um furo. Ela queria dar o furo [risada geral] a qualquer preço contra mim”. (…)
Em janeiro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República, já havia sido condenado a indenizar a jornalista em R$ 30 mil, por dizer que ela “tentava seduzir [fontes] para obter informações que fossem prejudiciais ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido)”.
E complemento eu (Akino), dizendo: fico triste, como diria uma colega, que ainda haja mulheres bolsonaristas que defendam esse tipo de machismo, duvidando das próprias mulheres acusadoras do assédio. Triste, muito triste, mas um dia elas conhecerão a verdade e a verdade as libertarão. Pode não ser aqui, mas do outro lado certamente saberão quem esse ‘herege’, que uso o nome de Jesus e o santo nome de Deus, em vão.
Foto: Athena