Guto e Moro, dois erros e histórias parecidas

Lendo essa postagem, pensei nos erros que Moro e Guto cometeram, ao se aliarem respectivamente a Bolsonaro e Ricardo Barros e, sem querer profeta de coisa fatos já ocorrido, diria: ‘Eu avisei’.
Moro cometeu um dos maiores erros de sua vida ao deixar a Magistratura e aceitar o convite de Bolsonaro. Já Guto, quando se filiou ao PP, perdeu muito, ficou nas mãos, dependente e deve ter dificuldades na candidatura que pretende ao Senado.
Outra semelhança é que ambos, ‘sem as canetas’, dos cargos que detinham, perderam muito a força.
Há quem diga que o melhor para Guto seria recuar e concorrer a estadual e provavelmente ajudar a eleger Maria Victória, que é tudo que o pai dela quer. Moro não tem outra saída a não ser enfrentar o Senado, pois na Câmara Federal ficaria ainda menor politicamente.
Uffa! Que m* fiz, provavelmente digam cada um (ou não). Paulo Martins, também um promissor político, foi para o PL de Waldemar Costa Neto, que ca*ada . Desculpem usar expressões que não uso no dia a dia, mas na política é quase inevitável. Barbaridade! É preciso ter muito estômago para aguentar.
E tem comentarista do Pan News se esforçando para disputar a vereança, numa campanha antecipada. Se o ‘mito’ continuar, pode dar certo, mas se for o ‘ barbudo’, adeus carreira política, com o risco da profissional. Imaginem ele sabendo que é chamado de maior ladrão (essa semana ouvi mais uma vez), quando na verdade há uma quadrilha que vem de longe, e continua,quase que chantageando o presidente e ser marginal, fazendo o tipo honesto. Quem foi deputado por muito tempo sabe do que estamos falando.
Estou avisando, como avisei Moro e Guto, porque não quero o mal de ninguém. Política é nobre e todos temos obrigação de participar, alguns que ainda não senhorzinhos (as), disputado, mas não a qualquer preço.
Boa sorte Moro, boa sorte Guto. Boa sorte, moça. Que o melhor lhes aconteça.
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
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