Quem passou nesta tarde pela praça da Catedral viu diversas palmeiras cortadas, do lado esquerdo do local. Eram palmeiras que costumavam abrigar famílias nos finais de semana, e que utilizam a praça para piqueniques. A praça passa por reformas no espelho d´água, que deveriam ter sido entregues em março. Não foi tornado público em nenhum momento que haveria corte de palmeiras, o que aumentou a indignação de transeuntes e de quem passou por lá.
Há alguns anos, numa das gestões do PP, o corte de várias yukas (consideradas arbustos ou árvores), no entorno da Catedral, também foi motivo de reclamação por parte principalmente de pessoas que usavam o local como cenário para fotografias, geralmente em casamentos ali celebrados. Também numa das gestões do PP a área verde gramada foi reduzida, ampliando-se a de concreto. O Maringá News buscou explicações da Secretaria de Limpeza Urbana, segundo a qual as palmeiras estavam doentes de acordo com laudo. (Atualizado)
PS – O corte reabre a discussão sobre a falta de aviso, como acontece em outras cidades, e a expectativa de replantio, já que há centenas de pedidos de cortes em bairros da cidade.
PS 2 – Em nota, a Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Limpeza Urbana, informou que as árvores removidas na praça da Catedral nesta quinta-feira “estavam secas e em mau estado de saúde e tinham laudo para remoção elaborado pelos técnicos responsáveis (engenheiro ambiental/florestal). Trata-se de um local de grande fluxo de pessoas e as árvores em questão apresentavam risco de queda. Novas mudas de árvores serão plantadas no local nesta sexta-feira, 29. A gestão municipal reforça que detém especial atenção para com as árvores da cidade, que é referência nacional em arborização, e repõe constantemente os exemplares removidos.”
Fotos: Joel Barbosa