PMN vive guerra intestina
Acontece nesta manhã em Curitiba uma coletiva em que o presidente estadual do PMN, Marcello Sampaio, fala sobre o atrito com a candidata ao governo pela sigla, a maringaense Solange Ferreira Bueno. Ele diz ter sido ameaçado de morte pela professora de música e falará sobre injúria, danos morais, materiais e “infelicidade partidária” por parte da candidata e de seu coordenador de campanha. Promete inclusive apresentar áudios e vídeos, além da equipe que ela dispensou sob a alegação de que estava trabalhando contra sua candidatura.
Segundo Roger Pereira, da Gazeta do Povo, o atrito entre Solange e Sampaio resultou em fechamento de comitê e demissão de cabos eleitorais, após o indeferimetno da candidatura de Osni Minotto, de Araucária, vice-governador na chapa do PMN; ele foi substituído por Marcos Antonio Santos. Minotto por sua vez hjá havia substituído de última hora o ex-vereador maringaense Carlos Eduardo Saboia, hoje candidato ao Senado. “Agora, indicaram um vice que nunca vi na vida, sem me consultar, sem eu saber o que ele pensa, se ele tem os mesmos ideais, se há a mínima condição de trabalharmos juntos. Mas isso já vem de antes, de um boicote que estou sentindo à minha candidatura. No material dos candidatos a deputado, não está indo o nosso nome e número, apesar de constar o do candidato do partido ao Senado; na última semana tivemos que fechar o comitê apreender os computadores e demitir toda a equipe, pois flagramos que estavam trabalhando para candidatos de outros partidos”, disse a candidata.
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