Quem vai presidir, em Maringá, o partido que surgirá da fusão do Pros e Solidariedade, anunciada ontem? A fusão acontecerá porque as duas siglas não conseguiram atingir a cláusula de barreira. O novo partido, ainda sem nome, surge com uma bancada de oito deputados federais, uma senadora, um governador eleito e a possibilidade de ter uma governadora (Marília Arraes, que disputa o segundo turno em Pernambuco).
Em Maringá, o Pros é presidido por Giselli Patrícia Caetano de Lima Bianchini, que fez 6.201 como candidata a deputada estadual e tem um vereador, Rafael Diego Roza Camacho, eleito com 1.335 votos; no Paraná, o Pros elegeu um deputado federal, Toninho Wandscheer (74.263 votos). Já a executiva municipal do Solidariedade é comandada pelo ex-vereador Humberto Henrique, que foi o terceiro mais votado da sigla para deputado federal (7.982 votos), que não elegeu parlamentar, mas possui o vereador mais votado de 2020 (Flávio Mantovani (6.434 votos) e primeiro suplente para a Alep (22.849 votos), além de uma deputada estadual, Marli Paulino (41.263). Resta saber qual o critério que será usado.