Onde tudo começou
No dia 28 de novembro vai fazer 7 anos que Ulisses Maia assinou ficha de filiação no PDT, que havia sido seu primeiro partido, saindo da adolescência e antes de ter uma passagem pelo PTB, PP e Solidariedade. Vereador mais votado da cidade em 2012, o ex-assessor de Odílio Balbinotti queria ser candidato a prefeito, mas um poderoso político local, dono de um condomínio partidário, lhe havia fechado todas as portas. Restou a ele, com Cesar França, presidente local, o PDT.
Osmar Dias, então presidente estadual da sigla e com antigas diferenças com Ricardo Barros, ao lado do então prefeito da capital Gustavo Fruet, topou a parada e possibilitou a filiação de Ulisses, que com cerca de 40 segundos no horário eleitoral gratuito e um exército de Brancaleone passou para o segundo turno e venceu Silvio Barros II (PP), que tinha a maior coligação partidária da história eleitoral que Maringá já tinha visto. O futuro é incerto, mas, domo diria um sábio político, não fosse 2015, não existiria 2016; e, sem a eleição de 2016, não existiria a reeleição de 2020.
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