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Eles vivem, não findaram

Respeito aos findados do corpo, vivos da Alma

Esperança, boas vibrações, uma oração singela, eles vivem, não findaram. Cultivemos a memória dos que nos precederam no retorno ao Mundo Espiritual, com uma saudade saudável.

A morte física é o maior exemplo de democracia. Respeitemos à democracia dos vivos e dos mortos, os que aparentemente tombaram, vencidos por uma doença ou qualquer outra causa, natural ou não, mas sobrevivem, pois a Alma é imortal.

Pense, pense muito, reflita, pense um pouco mais. Se acredita que Deus está acima de tudo, apenas ore, confie, tenha fé.

Não bloqueie as entradas dos corações, para o amor. Não feche as portas da compreensão. Eleja a solidariedade, seja ‘caminhoneiro transportador’ da esperança.

Somos todos Irmãos, Criaturas do mesmo Criador. Vivamos o trabalho de edificação do Brasil como pátria do evangelho, coração do mundo.

Acabou…acabou…acabou (acaboooooou, diria Galvão Bueno) disse o ministro Fachin, reproduzido palavras do Presidente Jair Messias Bolsonaro, se referindo à eleição.

Ele conseguiu a promessa do presidente do seu partido, Waldemar da Costa Neto, de que terá um cargo, bom salário, casa e advogados, tudo pago com dinheiro de fundão, nosso, fala-se. E você vai brigando, ofendendo, incentivando o fechamento de rodovias, o golpe contra a democracia?

Vida que segue, bola pra frente buscando marcar gols de uma vida melhor para nós, no restante das nossas atuais existências, mas pensando, sobretudo, em nossos filhos, netos, sobrinhos… e os de todos.

Respeito aos findados do corpo, vivos da Alma.

Que nos coloquemos receptivos às bênçãos. Deus sempre está a nos abençoar, nós é que nem sempre estamos sintonizados, muitas vezes envolvidos com ídolos e mitos e barro, ou melhor de Almas não tão puras, como querem parecer, especialmente nas campanhas eleitorais. Finados? Não, nossos entes queridos vivem.

Foto: Jonas Ferlin

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