Aumento de custos dificulta atendimento realizado pela ANPR
A Associação Norte Paranaense de Reabilitação não vive bons momentos. Há dificuldade financeira para a manutenção da instituição, que é referência regional, e não vem recursos corrigidos do governo federal. A ANPR foi fundada em Maringá em 1963, por meio de uma comissão da sociedade civil presidida pelo médico José Carlos Dias de Toledo, com o objetivo de atender naquele momento pessoas acometidas por poliomielite e outras deficiências físicas.
Esta semana a ANPR e a Prefeitura de Maringá, depois de desencontros, divulgaram nota em redes sociais informando que farão os esforços possíveis para queos atendimentos no Centro Integrado Regional de Reabilitação da instituição serão mantidos normalmente.
“Apesar de o problema de defasagem do valor do serviço previsto na tabela SUS não ser de responsabilidade da Prefeitura, mas do Ministério da Saúde, a gestão municipal age para apoiar e garantir o atendimento da população. Paralelamente, o município está em tratativas com a Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep), Governo do Estado e Governo Federal em busca de soluções definitivas”, informou a nota. Uma saída deverá ser encontrada para a continuidade do funcionamento da ANPR, mas é sempre bom lembrar que o ex-ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP), apesar de ser de Maringá, estava focado mesmo era na mudança de endereço da entidade, por causa dos terrenos da União naquela área. Os golpistas que fazem manifestação na avenida Mandacaru não trazem nenhum cartaz pedindo que o governo federal ajude a resolver a situação.
*/ ?>
