Greve paralisa obras na Linha Verde

A sobras da Linha Verde, em Curitiba, foram interrompidas novamente

Depois de passar sete meses paralisada devido ao rompimento de contrato entre Prefeitura de Curitiba e o consórcio responsável pelo trabalho, a obra de conclusão da Linha Verde foi interrompida novamente nesta segunda-feira. Trabalhadores de duas empresas entraram em greve. A informação é de Raquel Derevequi.

Segundo os funcionários das empresas TCE Engenharia e Compasa, a greve é para solicitar aumento no vale-alimentação, uma cesta de Natal e também recesso durante as festas de fim de ano. As companhias ainda não se manifestaram a respeito das solicitações, e os 100 colaboradores que atuam na obra afirmam que seguirão com a paralisação. As informações foram repassadas à Gazeta do Povo (leia mais).

Trata-se da mesma empresa que faz, com greves e aditivos, o viaduto da Leste Oeste x Rio Branco, em Londrina, e fazia a duplicação da PR-317 entre Maringá e Iguaraçu. A Triunfo (dona da Econorte), informa-se, deseja o seu quintal no pedágio de Londrina a São Paulo. Manteve a pedreira em Ibiporã, não assinou leniência com Ministério Público Federal, e ganhou passe livre para disputar novos pedágios no Paraná. Um dos donos é primo da futura deputada federal por São Paulo Rosangela Moro, mulher do maringaense Sergio Moro.

Foto: Divulgação/Sintrpav-PR