Via judicial não atrai suplentes

Primeiros suplentes não pensam em mandado para obter vaga na Câmara

No caso envolvendo os vereadores Altamir Antonio dos Santos e Belino Bravin, creem advogados, bastaria os dois primeiros suplentes do Podemos e do PSD ingressarem com mandado de segurança para assumir, dados os oito anos de perda de direitos políticos. No entanto, nada indica que um dos dois vá repetir o que fez Adriano Bacurau (Rede) em relação a Flávio Mantovani (Solidariedade).

O ex-vereador Jean Marques, procurador municipal, assim como Vera Lopes não teriam interesse em recorrer à via judicial para assumir cadeiras na Câma de Maringá. Um por causa da tranquilidade (tem polpudo salário), e a outra por ter receio da influência de Bravin. O segundo suplente do Podemos é Luiz Neto, que em tese seria o único interessado. A propósito do caso, ontem Gilmar Ferreira fez uma entrevista com advogado Raphael Luque, que defende os dois vereadores.

Foto: Marquinhos Oliveira/CMM