A ex-governadora do Paraná, Cida Borghetti, solicitou a exoneração do cargo de conselheira da Itaipu Binacional. O mandato, para o qual foi nomeada pelo presidente Jair Bolsonaro logo após ter citado o nome de Barros no caso da compra de vacinas pelo deputado Luís Miranda, se encerraria somente em maio de 2024, mas ela preferiu antecipar. No governo Lula a ex-vice-governadora de Beto Richa poderia ser trocada a qualquer momento. A informação é do blog Politicamente.
O cargo é bastante visado tanto pela remuneração quanto pelas poucas reuniões realizadas pelo conselho. São seis reuniões ordinárias realizadas por ano — e, excepcionalmente, podem ser convocadas reuniões extraordinárias, lembra o site.
Cida acompanhou o marido, Ricardo Barros, (PP), ex-líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal, na posse do governador Ratinho Junior (PSD), de quem foi adversária há 4 anos. Em troca de não disputar a eleição do ano passado, Barros será secretário de Indústria, Comércio e Serviços, cargo que também exerceu na gestão Richa.
Foto: Dálie Felberg/Alep