Ícone do site Angelo Rigon

PSol pede que Barros seja investigado no inquérito dos atos antidemocráticos

Bolsonaristas provocaram estrago patrimonial no prédio do Congresso Nacional

O PSol e sua bancada parlamentar na Câmara dos Deputados enviaram uma ação ao Supremo Tribunal Federal na noite de ontem para pedir a inclusão de 11 parlamentares, entre deputados federais e estaduais, no rol de investigados do inquérito dos atos antidemocráticos. Entre eles está o maringaense Ricardo Barros, futuro secretário de Indústria, Comércio e Serviços do governo do Paraná. A informação está no site do partido.

Os deputados e deputadas bolsonaristas apoiaram em suas redes sociais as ações terroristas que aconteceram em Brasília (DF) no último domingo e vandalizaram as sedes dos Três Poderes da República incitando um golpe na ordem democrática do país.

Os parlamentares apontados para serem investigados são: o senador Magno Malta (PL/ES), os deputados federais Ricardo Barros (PP/PR), Carlos Jordy (PL/RJ), Silvia Waiãpi (PL/AP), José Medeiros (PL/MT) e Coronel Tadeu (PL/SP), além dos deputados estaduais André Fernandes (PL/CE), Clarissa e Júnior Tércio (PP/PE), Sargento Rodrigues (PL/MG) e Ana Compagnolo (PL/SC).

A ação reúne as provas dos crimes de abolição violenta do Estado de Direito, golpe de estado e interrupção do processo eleitoral, e pede a investigação e responsabilização dos parlamentares.

O PSol também pediu a suspensão das redes sociais, quebra de sigilo telefônico e telemático, e apreensão de passaportes, para que nenhum deles possa deixar o país durante as investigações.

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Sair da versão mobile